domingo, 26 de julho de 2026

Economia criativa amplia empregos e renda no Brasil


Economia criativa amplia sua presença no mercado de trabalho e ganha força com o avanço de áreas como tecnologia, cultura, publicidade e design.

A economia criativa ampliou sua presença no mercado de trabalho brasileiro. Dados do Observatório Itaú Cultural, da Fundação Itaú mostram que os segmentos criativos registraram crescimento de 4% nos postos de trabalho em 2023, o dobro dos 2% observados na economia em geral.

A expansão reforça a dimensão econômica de atividades baseadas em conhecimento, criatividade e inovação. Uma análise mais ampla da economia criativa no Brasil mostra que, no recorte da indústria criativa, a produção foi estimada em R$ 393,3 bilhões em 2023, o equivalente a 3,59% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Setor criativo reúne cultura, tecnologia e serviços

A economia criativa abrange um conjunto heterogêneo de atividades. Dependendo da metodologia, estão incluídos setores como audiovisual, música, moda, artes, design, arquitetura, publicidade, tecnologia da informação e pesquisa e desenvolvimento.

No Mapeamento da Indústria Criativa 2025, da Firjan, a indústria criativa é dividida em quatro grandes áreas: Consumo, Cultura, Mídia e Tecnologia. O levantamento identificou aproximadamente 1,26 milhão de profissionais criativos formalmente empregados em 2023.

Esse número e os 7,8 milhões apontados pelo Observatório Itaú Cultural não são diretamente comparáveis, pois os levantamentos utilizam metodologias e universos estatísticos diferentes.


Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/economia-criativa-amplia-empregos-e-renda-no-brasil,a35005d67496efe600d4d55507a769d1ht7l7zbx.html?utm_source=clipboard

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

NOLT: Novo jeito de envelhecer e viver?

 Hoje, mais de 32 milhões de brasileiros têm 60 anos ou mais, o que representa cerca de 15% da população. Em menos de 15 anos, esse número vai ultrapassar 40 milhões, segundo projeções do IBGE. Pela primeira vez na história, teremos mais pessoas maduras do que crianças no país.

Estamos falando apenas de mais “idosos”? Ou de uma geração inteira que ganhou tempo e agora precisa decidir como vai viver esse tempo?

É nesse contexto que surge um novo conceito: NOLT — New Older Living Trend, em português, poderia ser traduzido como “Nova forma de viver a maturidade” ou “Novo jeito de envelhecer e viver”.

Esse conceito não descreve uma faixa etária, mas uma postura diante da vida. Ser NOLT não é completar 60 anos, é decidir não se aposentar de si mesmo. Isso é maravilhoso, vamos mergulhar mais no conceito: NOLT é saber viver bem com o tempo que se ganhou, um adulto mais velho que:

  • segue curioso, aprendendo e se reinventando;
  • cuida da saúde, mas também da mente e do propósito;
  • consome com consciência, não por impulso;
  • trabalha, empreende ou colabora porque quer, não porque “não tem opção”;
  • planeja o futuro mesmo sabendo que ele não é infinito.

Ser NOLT não é negar a idade, é recusar a desistência antecipada.

A mensagem que fica (e incomoda): NOLT não é um título automático, é um alvo, uma meta de vida, então vale uma reflexão honesta:

  • você está acumulando idade ou projetos?
  • está apenas sobrevivendo… ou escolhendo? 

A sigla NOLT (New Older Living Trend) tem dominado as redes sociais e representa pessoas que recusam (ou não se alinham) aos rótulos tradicionais do envelhecimento. Em vez de aceitar expressões como "terceira idade" ou "melhor idade", defendem o direito de continuar ativos, visíveis e protagonistas de suas próprias vidas. 

O fenômeno reflete uma transformação cultural mais profunda: pessoas com 60 anos ou mais que disputam espaço na sociedade, não negam a passagem do tempo, mas também não aceitam ser aposentadas por essa sociedade, nem sofre o chamado  etarismo ou discriminação por conta da idade.


São pessoas que produzem, criam e se integram ao meio produtivo. O conceito é novo, mas a escolha é antiga e continua sendo sua! CRIE, PARTICIPE, INVENTE!!! REFLITA!!!

VAMOS EM FRENTE! TÔ NESSA!
VOLTAREMOS AO ASSUNTO!





Baseado em: https://www.techtudo.com.br/