terça-feira, 20 de setembro de 2016

O BOM LÍDER FORMA NOVOS LÍDERES


 Aprenda a liderar pessoas e não a chefiá-las
Muitos profissionais assumem cargos de chefia por estarem tecnicamente bem qualificados. No entanto, para serem bem sucedidos é necessário que aprendam a liderar pessoas. James Hunter autor do Best-seller O Monge e o Executivo, diz: " Você gere coisas e lidera pessoas". Ser bem-sucedido liderar na era da informação requer muito mais do que um chefe durão. O crescimento frenético do mercado obriga as empresas a não promoverem profissionais despreparados para cargos de chefia. As empresas estão carentes de verdadeiros líderes de equipe. E a explicação para isso é que para liderar não basta apenas ter conhecimento técnico, é preciso saber liderar pessoas, que diferentemente de máquinas, têm sentimentos.
No entanto, como em qualquer segmento, com o decorrer do tempo o papel do líder sofreu mudanças. Hoje o líder não é mais um realizador do tipo que dizia "quer bem feito faça você mesmo", passou a ser um catalisador. Ele precisa saber motivar as pessoas a sua volta para que elas desejem realizar as tarefas que ele precisa que façam.
Alguns líderes ainda temem ensinar tudo o que sabem, com receio que seus liderados tomem o seu lugar. Assim, ensinam somente o básico ou pouco mais, deixando sempre alguma coisa de fora. Este tipo de comportamento não tem mais lugar no cenário atual. Longe de reprimir seus liderados, precisa ajudá-los a gerarem resultados e isto envolve dar espaço para que eles sejam notados e brilhem.
O tipo de líder que as empresas precisam é aquele que não pensa pelas pessoas, mas as ajuda a pensarem e que tem impulso e desejo de mudar, fazer o melhor. Além de ter potencial este líder acredita em si e em sua causa, não deseja ter apenas seguidores leais, mas busca arduamente desenvolver cada pessoa de sua equipe para estarem aptos para assumirem a liderança quando for necessário.
Um líder é formador de novos líderes. Uma boa condução de equipe também pede um bom ambiente de trabalho. A postura do chefe influi muito em situações de tensão. As pessoas já possuem desafios e situações estressantes suficientes, não sendo necessário, portanto, criar mais dificuldade.
O líder precisa, antes de controlar a equipe, controlar a si mesmo. Para liderar de modo eficaz é preciso entender que nem todas as pessoas se motivam com desafios permanentes, mas a maioria delas se sente motivada se lhes forem apresentados os significados desses desafios. Onde queremos chegar? Que resultados serão alcançados?
Outro fator importante observado nos líderes bem sucedidos é que eles aprendem a lidar muito bem com o poder inerente ao seu cargo, sabem, por experiência, que o poder da liderança está ligado à capacidade de estabelecer objetivos comuns com seus liderados. Sabem que o poder formal do cargo de liderança pode gerar obediência e, mas o comprometimento precisa ser conquistado dia a dia.
Chefes destroem equipes e fazem com que profissionais talentosos saiam da empresa. Muitos profissionais são excelentes em relacionar-se com a equipe, mas ao serem promovidos ficam enfunados de orgulho, alguns se tornam egocêntricos. Tudo que eles fazem é o melhor, apenas a opinião deles é a correta. Não valorizam a equipe mesmo quando eles esforçam demais. Isto desmotiva e faz com que os profissionais insatisfeitos busquem novas perspectivas, porque não aguentam mais o ambiente de trabalho.
Robert Button professor de administração na universidade de Stanford e autor de oito livros, um deles é o best-seller Bom Chefe, Mau chefe da editora Bookman companhia, em entrevista a revista pequenas empresas e grandes negócios, comentou:
- "Uma das coisas que chama a atenção nos piores chefes é que tudo gira em torno deles. Agem como se todo mundo tivesse de trabalhar para eles. Acreditam que podem usar as pessoas e depois descartá-las. Eles não tratam seus funcionários com dignidade. São o oposto do bom líder, que esta disposto a ajudar os profissionais a serem bem sucedidos, a se qualificarem. Ele trata os funcionários com paixão e respeito".
Além disso, um bom chefe tem sensibilidade o suficiente para ajudar os membros de sua equipe a se desenvolverem e crescerem profissionalmente. Saber ouvir críticas é importante para tornar-se um bom chefe e incentivar a equipe a expressar suas opiniões. Para ser bem sucedido um chefe precisa disciplinar-se a falar menos e ouvir mais.
Robert Button acrescenta: "Uma diferença vital entre um bom e um mau chefe é que o primeiro considera sua responsabilidade aprender com os erros. Ele aplica sua habilidade gerencial para construir confiança e uma atmosfera de segurança".
Ajudar os profissionais a melhorem suas deficiências envolve sensibilizá-los a verem a necessidade de fazer tal mudança. Podemos ilustrar essa questão com um projeto de reforma em uma casa velha. A reforma não será completa se apenas pintarmos a fachada, e deixarmos vigas podres por dentro. Não corrigir defeitos estruturais levará a problemas no futuro. De modo similar não basta apenas ajudar os membros de sua equipe a fazerem pequenas mudanças. É preciso ajudá-los a irem ao âmago de sua personalidade e reconhecerem problemas estruturais que precisam ser corrigidos. Caso contrário, velhos traços de personalidade podem ressurgir e causar um estrago grande.
Todos, incluindo os chefes, precisam identificar características indesejáveis e corrigi-las de modo correto. Identificar com precisão a causa destas deficiências é o primeiro passo para mantê-las no controle .Tenha em mente que para ser um chefe você precisa aprender a liderar pessoas e não apenas gerenciá-las. É preciso inspirá-las. Ser liderado por alguém com habilidades profissionais, intelectuais e psicológicas torna o trabalho mais leve. Um estudo Sueco publicado em 2009 acompanhou 3.122 homens por um período de dez anos. Dentre eles os que tinham chefes ruins sofriam 20% a 40% mais ataques cardíacos do que os que tinham chefes bons.
Para ser bem sucedido em liderar é preciso:

- Gostar de pessoas;
- Ter controle emocional;
- Saber trabalhar sobre pressão e em crises;
- Estabelecer prioridades para a equipe;
- Ser uma pessoa organizada;
- Trabalhar em equipe;
- Saber forma uma boa equipe

Vale aqui destacar, o ponto saber formas uma boa equipe, é encontrar semelhanças entre os membros, encontrar as diferenças entre eles e administrá-las, visando ao bem comum da equipe; ao Líder requer estrita observância perceptiva! Quando se refere em formação de uma equipe, não quer dizer que ela precise necessariamente ser uma equipe nova, que estará iniciando do zero naquele ambiente organizacional. Sabemos que várias situações ocorrem nas empresas, então, ao iniciar uma nova equipe ou trazer novos membros para ela, pode ser que as necessidades tenham sido das mais diversas e cabe ao líder encontrar a melhor maneira para atender a tais necessidades, visando à construção de um time forte e coeso.
Oliveira (2010, p. 291-292) nos apresenta três movimentos que o líder deve considerar ao formar um time de trabalho.
1) Encontrar semelhanças entre os membros: Considerando: necessidades, intenções, objetivos pessoais, experiências e interesses, sendo que cada membro deve olhar para os demais integrantes da equipe e se ver neles ou algo parecido com aquilo o que ele sente ou faz.
2) O oposto do primeiro: O segundo movimento descrito pelo autor seria o contrário do primeiro, ou seja, os integrantes devem procurar aquelas coisas nas quais sejam diferentes entre si. Para o autor, depois de identificadas essas características, ficará mais fácil para o líder definir tarefas específicas para cada membro, considerando aquilo que cada um consiga desempenhar melhor.
3) Percepção das assimilações e experimentos: O autor nos apresenta como terceiro e mais importante movimento na formação de uma equipe aquele em que semelhanças e diferenças já tenham sido assimiladas e experimentadas por todos, tendo que agora ser administradas.
Para Oliveira (2010), após esse período de maturação, os membros do time já terão tido a oportunidade de crescerem e se desenvolverem como pessoas, suas habilidades mais importantes já deverão ter sido solicitadas pelo trabalho e aceitas pelos demais membros, assim eles terão a chance de tornarem-se profissionais melhor capacitados para continuar desempenhando as tarefas de forma satisfatória e, até mesmo, capazes de assumirem novas responsabilidades.
É válido lembrar também, que não basta apenas colocar em prática esses movimentos para garantir que haja harmonia no ambiente de trabalho onde várias pessoas, com diferentes realidades, estarão atuando juntas a fim de alcançarem objetivos comuns. É preciso considerar, ainda, as competências individuais, ou seja, saber se a pessoa possui habilidades para trabalhar com outras pessoas e em equipe, pois, caso essas realidades não atendam aos anseios particulares de cada membro, possivelmente sua atuação será insatisfatória e poderá comprometer o sucesso de toda a equipe.
Pode-se resumir em algumas frases, o pensamento de grandes líderes sobre o tema:
A chave para a liderança é executar as tarefas enquanto se constroem os relacionamentos. "O líder do passado sabe dar ordem, enquanto o líder do futuro sabe pedir". "Um bom chefe faz com que homens comuns façam coisas incomuns". Peter Drucker
"É a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos. Um líder é alguém que identifica e satisfaz as legítimas necessidades de seus liderados e remove todas as barreiras para que possam servir ao cliente".
James Hunter em seu livro O monge e o executivo "Líder é aquele que direciona, constrói equipes e inspira outras pessoas por meio de exemplos e palavras. O administrador só é considerado líder até sua personalidade, caráter, seu conhecimento e sua habilidade nas funções de liderança serem reconhecidos e aceitos pelos outros envolvidos".
John Adair em seu livro Chefiar ou Liderar? Seu sucesso depende dessa escolha "Após mais de cinco décadas de desenvolvimento de meu potencial de liderança, cheguei a esta conclusão: Liderança é influencia. É isso aí. Nada mais, nada menos. Meu provérbio sobre liderança é este: aquele que acha que lidera, mas não tem ninguém que o siga, está apenas dando um passeio.
John C. Maxwell em seu livro você nasceu para liderar "Liderar é comunicar às pessoas seu valor e seu potencial de forma tão claras que elas acabem por vê-los em si mesmas".
Stephen R. Covey - Os 7 Hábitos das pessoas altamente eficazes. O líder comprometido divide a responsabilidade quando algo dá errado e não só busca promover-se quando tudo dá certo.
"Mude antes de ser obrigado a fazê-lo." Jack Welch

Vale uma grande reflexão



Fonte: baseado em:
- Marcinéia Oliveira
http://www.programacases.com.br/coluna/aprenda-a-liderar-pessoas-e-nao-a-gerencia-las
- Rafael José, 2 de setembro de 2016

- imagens – google imagens

terça-feira, 19 de julho de 2016

NOVA TURMA - APRESENTAÇÕES EM PÚBLICO - DESTAQUE-SE NO MERCADO DE TRABALHO

            O profissional precisa se destacar no mercado de trabalho e ter o seu diferencial. Apresentar trabalhos, saber se comportar em uma reunião de trabalho, ter boa postura, montar uma boa apresentação, ter uma boa comunicação, dentre outras, fazem parte de um perfil profissional adequado ao atual ambiente de mercado exigente. 

            Em sala de aula também não é diferente, o aluno para se sobressair , além de estudar para tirar boas notas e elaborar bons trabalhos, precisa também planejar uma boa apresentação. Por exemplo: cada slide é um momento de seu discurso e é preciso entender quais serão as mensagens principais que deverão ter destaque e maior atenção e, ainda, o objetivo central da apresentação.

Se você almeja ser um bom profissional no futuro, comece agora. Na sala de aula. 
  
                 O Curso APRESENTAÇÕES EM PÚBLICO - DESTAQUE-SE NO MERCADO DE TRABALHO, propicia, com aulas teóricas e práticas, um excelente treino para quem busca seu diferencial como profissional. 

PERCA O MEDO DE APRESENTAR TRABALHOS EM SALA DE AULA. INICIE O SEMESTRE SABENDO ELABORAR EXCELENTES APRESENTAÇÕES. 
                       
OBJETIVOS DO CURSO: 

- Propiciar aos participantes obter conhecimentos, reforçar atitudes positivas e desenvolver habilidades para falar em público e apresentar trabalhos, projetos e outros de forma organizada e convincente.
- expressar-se com consciência para fazer uma apresentação convincente; 
- orientar os participantes a elaborar excelentes apresentações; e
- proporcionar aos participantes formas de se diferenciarem no mercado por meio de boas apresentações.


08 DE OUTUBRO  - INTEGRAL - Com um intervalo na manhã e tarde.

Mais informações: http://www.metropolitana.edu.br


       


quarta-feira, 22 de junho de 2016

A imagem pessoal no mundo corporativo

Texto bem interessante que compartilho com vocês!
Aproveitem a Leitura

Qual a roupa ideal para enfrentar o mundo do trabalho? Vale barba? Cabelo comprido e unhas coloridas? O mundo é cheio de padrões. Mas, e a autenticidade, onde fica? Devo ceder ao uniforme ou recorrer ao guarda-roupa que expressa quem exatamente sou?
 São seis horas da manhã e Camila, ainda sonolenta, abre o guarda-roupa em busca de uma blusinha para acompanhar o jaleco branco da sala de aula. Ela é professora na rede estadual. Inicia a jornada às sete da manhã e sabe que retorna para casa apenas 12 horas depois. Embora seja outono, o calor ainda impera. Na sala de aula não tem ar-condicionado e os ventiladores apenas fazem circular o ar quente. Ela faz a escolha pela roupa. Evita o decote, a alça da blusa muito fina e um tecido transparente. Sabe que isso já lhe trouxe problemas.
“Na sala dos professores já fui medida com maus olhos. Na ocasião eu estava com uma blusinha verde, com alça de renda e um decote um pouco exibido. A coordenadora me chamou num canto e pediu que eu fechasse o jaleco até o penúltimo botão para entrar na sala de aula. Me senti uma freira. Só faltava o véu na cabeça”, relembra a professora.
Essa é uma das situações. Será que você consegue, ao andar pelas ruas, desvendar onde uma pessoa trabalha apenas observando sua roupa do dia a dia? Claro que não vale se atentar apenas aos uniformes e nem esticar o olho no crachá. Observe tudo: sapato, cabelos presos, comprimento das roupas, barba – no caso dos homens, brincos e outros acessórios e até uma tatuagem à mostra.
A vida impõe regras. E nesse caso não nos referimos apenas ao mundo do trabalho. Mas por que seguir o padrão tão cegamente? Necessidade de enquadramento? Desejo de pertencer e ser aceito ao grupo? Sem dúvida.
O famoso administrador e escritor Max Gehringer já disse que para não errar já nos primeiros dias de empresa, é preciso observar. “Não queira ser conhecido logo de cara pela diferença. Para ser aceito e pertencer à corporação, inicialmente seja igual, para depois poder apresentar suas diferenças que agregarão no momento adequado”, sugere ele no livro Comédia Corporativa.
A necessidade de aparentar mais idade e assim, mais responsabilidade, é um fator que favorece uma imagem que podemos perceber como fantasiosa, principalmente para jovens em início de carreira.  A pessoa que tem consciência de sua idade ganha muito mais pontos em relação àquele que parece deslocado e se fantasia de algo que não é.  Isso é válido para os novatos e também para os mais experientes e demonstra confiança em si, e consequentemente, em seu trabalho.
Esse é o caso de Diego Antonio. Aos 19 anos ele conquistou uma vaga de trainee em um banco. Gastou o que não tinha para comprar camisas, gravatas e até um terno. Ele lembra que apenas pecou em colocar uma meia branca. Mas estava pronto… pronto para um baile de gala, e não para a função que exerceria. “Eu fui colocado para prestar informações aos clientes que chegavam na agência. Me deram um jaleco colorido e fui obrigado a tirar o paletó”, relembra.
Nos dias seguintes, Diogo já nem foi de gravata. Tempos depois, já na intimidade com os colegas, soube que faziam piadinhas com estilo dele. “Chamavam-me de Otávio, que é o nome do filho do presidente do banco”.
Como não errar?Tânia Carla Manim é consultora de recursos humanos em uma empresa que recruta trabalhadores no interior de São Paulo. Segundo ela, o chamado dress code formal é o mais complicado, pois causa enjoo mais facilmente por parecer sempre um uniforme. “É o caso de quem trabalha em banco, no mercado financeiro ou no poder judiciário, por exemplo”, explica.
“Quando se é jovem, esse dress code é o mais distante da sua realidade atual e realmente fica mais complicado acertar a mão e não parecer um estranho no ninho”, completa Tânia. Segundo ela, é comum optar pelo pretinho básico, tornando a rotina diária uma chatice. “Lembre-se que existem diversas cores neutras como branco, bege, cinza, marinho, marrom, vinho e verde, para citar algumas. E dentro dessas existem muitos tons para variar as combinações”, sugere.
Classe, bom gosto e higienePara muitos, dar importância à aparência pode ser supérfluo, mas ninguém quer ser conhecido como “aquele que tem mau hálito”, “aquela descabelada” ou “o da calça preta manchada” e assim por diante. Menos ainda, ser lembrado pelo corpo malhado, decotes profundos ou pernas trabalhadas. O quesito em questão deve ser a competência, certo? E para que seu trabalho sobressaia, alguns cuidados e um pouco a mais de atenção ao visual devem ser levados em conta. Confira alguns a seguir:
  • Roupas devem estar limpas, livres de manchas, passadas e bem mantidas, sem descosturas ou botões faltando;
  • Mulheres já possuem mais hábitos de beleza na sua rotina diária, mas vale lembrar de manter em dia cabelos, make e unhas. Esmalte descascando deve sair na mesma hora. Melhor esmalte nenhum.
  • Para os homens que pensam que a rotina se restringe a tomar banho, fazer a barba (no banho mesmo para não perder tempo) e sair, fica uma dica importante: cuidem das olheiras muito fortes, pois remetem a uma bela noitada. Adiciona pontos ao visual desleixado uma bela barba por fazer, unhas encardidas ou mal cortadas. Fazer as unhas há muito tempo deixou de ser coisa só de mulherzinha.
  • Para as mulheres de cabelos longos, a dica é mantê-los presos. Transmite mais credibilidade. Principalmente se os cabelos forem ondulados ou cacheados, que para o inconsciente coletivo, são mais sensuais.
  • Não exagere nos perfumes. Existem fragrâncias para o dia e outras para a noite. Respeite os colegas que têm alergia.
  • Os acessórios podem ser um bom indicador de responsabilidade e organização no mundo profissional. Um par de óculos de grau transmitem a mensagem de pessoa estudiosa e responsável.
  • Se for visitar um cliente e chegar com uma pasta ou bolsa desestruturada, desmantelada, ponto negativo. Opte por bolsas ou pastas estruturadas para uma imagem mais organizada.
  • Um bom relógio de pulso é um acessório que agrega uma mensagem positiva e é item valorizado por todas as gerações. Não importa a sua idade ou experiência, invista em uma peça que não tenha pulseira de plástico e nunca use aquele seu antigo relógio se ele estiver desgastado.
  • E mesmo em um ambiente competitivo, seja gentil e educado. Isso nunca é demais, e você vai querer ser lembrado por isso.
CHECK-LIST
As mancadas no visual que as empresas não abonam
  • Barba sem aparar e com contornos malfeitos  
  • Cabelo sem corte ou engordurado 
  • Pelos nas orelhas e no nariz
  • Rosto oleoso e brilhante 
  • Espinhas e cravos 
  • Pelos encravados e foliculite 
  • Dentes maltratados 
  • Unhas compridas, sujas ou roídas 
  • Tatuagens nas mãos, rosto e pescoço

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Reportagem: Rafael Faria
Fonte: Por dentro do mundo corporativo
http://revistaicone.com/home/a-imagem-pessoal-no-mundo-corporativo/

IMAGEM: GOOGLE IMAGEM



quarta-feira, 6 de abril de 2016

ORATÓRIA - DICAS PARA UMA BOA APRESENTAÇÃO


Venha conhecer algumas dicas legais para apresentar trabalhos e formatá-los de uma maneira apropriada. 
Respeitando o conteúdo e público alvo. 
Estou te esperando!



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Saber trabalhar em grupo. Diferencial no mercado de trabalho


A pessoa que desenvolve bem atividades coletivas é valorizada pelas empresas e escolas. Na escola, um trabalho em grupo pode ter muitos significados. Para alguns, é mais uma chance de ganhar uma nota com o esforço dos colegas - o que é frustrante para quem se vê obrigado a realizar a tarefa dos demais. Também existem aqueles que aproveitam o tempo para conversar com os amigos e, muitas vezes, se esquecem do objetivo proposto pelo professor. Por outro lado, muitos verão o trabalho como uma oportunidade de aprender e compartilhar, e isso pode ser determinante para o futuro do aluno no mercado de trabalho.
As habilidades para realizar tarefas coletivamente podem ser desenvolvidas já na infância. Darli Collares, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), explica que não existe uma idade exata, mas por volta dos 7 ou 8 anos, fica mais visível aos adultos a possibilidade de as crianças trabalharem numa perspectiva de reciprocidade de pensamento. O processo, contudo, não é simples. “É difícil para a criança acolher uma opinião diferente da sua e ter que, por vezes, abrir mão de seu ponto de vista. O papel do professor é fundamental, pois, como autoridade, caberá a ele garantir que este processo se dê de forma segura e solidária para todos”, diz Darli. Mesmo depois da infância, o entendimento sobre o  trabalho coletivo ainda precisa ser trabalhado. “A noção de trabalho em grupo não é entendida nem por crianças, nem por adultos. Eles se unem para trabalhar individualmente”, acredita Leandro Balejos, que leciona história e geografia para alunos de sexta série do ensino fundamental e de educação de jovens e adultos (EJA). Para Balejos, a escola deve ensinar a cooperação, e é tarefa do professor motivar os estudantes para que todos trabalhem juntos.
Na mesma linha, Darli defende que os trabalhos em grupo desenvolvem habilidades que não podem ser trabalhadas de forma individual. “Um trabalho de grupo envolve um processo de criação, combinações, trocas, decisões, tempo de desorganização (cair num vazio de ideias) e de organização (fundamental para o êxito do trabalho). Em função disso, ser capaz de ouvir o outro, colocar-se no lugar do colega, acolher ideias diferentes da sua para definir a melhor para o momento, impõe a reciprocidade de pensamento”, explica. Ela cita o psicólogo suíço Jean Piaget, destacando que a função da escola deve ser a de promover um método de cooperação entre os alunos, mais do que abordar conteúdos.

Respeito e negociação 
Muitas vezes, os professores permitem que os alunos escolham seus parceiros por afinidade, outras, determinam as equipes por sorteios ou até por escolha de perfis. Em ambas as situações, há vantagens e desvantagens. Quando escolhem com quem trabalhar, os estudantes podem contar com a facilidade de estar entre amigos, e o entrosamento é mais fácil. Por outro lado, quando o professor determina a formação de uma equipe, o grupo fica mais heterogêneo, obrigando que todos cheguem a consensos e desenvolvam meios de negociação e respeito às opiniões diferentes. Nas turmas em que Balejos dá aula, sempre fica uma cadeira vazia ao lado de cada grupo, para que o professor possa acompanhar os trabalhos, muitas vezes intermediando negociações. A separação ou a troca dos grupos deve ser a última alternativa, e os conflitos precisam ser esclarecidos e resolvidos - afinal, também existirão no mercado de trabalho e precisarão ser contornados.

Cada vez mais, o mercado exige as habilidades adquiridas em trabalhos em grupo. Consultor de recursos humanos, Rafael Pereira destaca que as empresas geralmente buscam profissionais que saibam atuar em equipes, mesmo em setores onde, teoricamente, o trabalho é individual. Segundo ele, o adulto pode desenvolver a capacidade para trabalhar coletivamente, mas o empregador tende a preferir o profissional que já apresenta essa característica. Além disso, é comum que as companhias queiram profissionais que entendam o conceito de complementaridade - ou seja, já que é impossível que uma pessoa seja boa em tudo, é essencial que saiba aliar seus conhecimentos com os dos outros em prol do bem comum.

10 dicas para trabalhar bem em grupo*
Atire a primeira pedra quem nunca brigou com um colega de trabalho, perdeu o cliente por falhas na comunicação da equipe ou mesmo sentiu falta de comprometimento entre os profissionais da mesma área ou setor.
No livro "Os 5 desafios das equipes", o autor Patrick Lencioni traz uma fábula sobre liderança que mostra quais os ingredientes necessários para as equipes trabalharem de forma efetiva. Segundo ele, "O trabalho em equipe nada mais é do que o ato de praticar um pequeno conjunto de princípios durante um longo período de tempo. O sucesso não é uma questão de dominar teorias sutis e sofisticadas, mas de abraçar o senso comum com níveis incomuns de disciplina e persistência. Ironicamente, as equipes têm sucesso porque são excessivamente humanas. Ao reconhecerem as imperfeições inerentes à sua condição humana, os integrantes das equipes funcionais superam as tendências naturais que fazem com que confiança, conflito, comprometimento, responsabilidade e foco nos resultados se transformem em coisas tão ambíguas".
Mas como lidar com as adversidades do dia-a-dia e formar uma equipe confiante, comprometida com os resultados e unida em prol dos mesmos objetivos? O site português SuperEmprego, do portal SAPO, listou algumas dicas práticas para trabalhar bem em grupo, que reproduzimos abaixo. Confira!
Seja paciente - Nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal "cada cabeça, uma sentença". Por isso é importante que você seja paciente e pense antes de falar. Procure expor os seus pontos de vista com moderação e ouça o que os outros têm a dizer. Respeite sempre os colegas, mesmo que não esteja de acordo com as opiniões deles.
Aceite as idéias dos outros - Muitas vezes é difícil aceitar idéias novas ou admitir que não temos razão; mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho é o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.
Não critique os colegas - Podem surgir conflitos entre os colegas de grupo, mas é muito importante não deixar que isso interfira no trabalho. Avalie as idéias da pessoa, independentemente daquilo que achar dela. Critique as idéias, nunca a pessoa.
Saiba dividir - Ao trabalhar em grupo, é importante dividir tarefas. Não parta do princípio de que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Se isso fosse verdade, o trabalho não seria "em grupo", seria individual, concorda? Partilhar responsabilidades e informação é fundamental para o sucesso da equipe.
Trabalhe - Não é por trabalhar em grupo que você deve relaxar nas suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente. Colabore com a sua parte e verá o resultado no final.
Seja participativo e solidário - Procure dar o melhor de si e ajude os seus colegas sempre que necessário. Da mesma forma, você não deverá se sentir constrangido quando também precisar de auxílio.
Dialogue - Quando você se sentir desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução que agrade a todos e não sobrecarregue ninguém.
Planeje - Quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que alguns se dispersem; por isso o planejamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho de grupo seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.
Aceite a ideia do erro - Quando todas as barreiras já foram ultrapassadas e o grupo é muito coeso e homogêneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que a equipe ouça opiniões externas e que aceite a idéia de que pode errar.
Aproveite -, afinal o trabalho em grupo acaba sendo uma boa oportunidade de conviver mais de perto com os seus colegas, conhecê-los melhor e também de aprender com eles. Boa sorte!
  

Referências:
Imagens: google imagens

http://noticias.terra.com.br/educacao/entenda-por-que-e-tao-importante-saber-trabalhar-em-grupo,859164805d5ba410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O bom humor no ambiente de trabalho

Posto hoje um texto que achei muito interessante sobre sorrir no ambiente e trabalho. Atualmente passamos por estresse diário, seja no trânsito, no tempo que corre rapidamente e não nos programamos para tal e vários conflitos com familiares, vizinhos, colegas etc. Com isso a vida de muita gente vai ficando chata e, consequentemente, a pessoa também. No trabalho, encontramos gestores mal humorados, colegas tristes ou irritados por razões diversas. Sorria. Rir, ainda, é o melhor remédio. Mas nada de exageros. Vamos ao texto!
Aproveitem a Leitura e o vídeo.
Passamos grande parte dos dias trabalhando, lidando com pessoas, equipes e com nossos superiores. Freqüentemente somos pegos de surpresa em situações alheias às nossas estimativas, ao planejamento, fora de nosso controle. Desenvolvemos nossas atividades muitas vezes sem todos os recursos operacionais necessários, sem estrutura, com equipamentos defasados, sem ar condicionado, com quedas de conexões constantes e para completar, quase sempre dependemos da formalização de determinada tarefa de alguém que não possui o mesmo ritmo que o nosso, gerando atrasos que nos trazem correrias, retrabalhos e horas extras.
Se ao ler o parágrafo acima você teve uma sensação de déjà vu minha sugestão é a seguinte: sorria!
Ficar irritado, impaciente, rabugento e agressivo não melhorará em nada os resultados em seu ambiente de trabalho, ao contrário, sua aparência de pouca simpatia causará distância dos colegas, os clientes reclamarão de você e seus superiores afirmarão que você não possui equilíbrio emocional e nem capacidade para trabalhar com as ferramentas disponíveis.
Toda organização terá algo a mais para se melhorar, seja em qualificação de seus profissionais, seja em procedimentos ou estrutura. Assim como nós, as empresas passam por processos constantes de melhorias e muitas destas são realizadas em longo prazo.
Há vários estudos realizados sobre a importância do bom humor no ambiente de trabalho. O psicólogo norte-americano James Lin afirma que “quem ri junto, trabalha melhor” pois as energias positivas vindas do bom humor e do sorriso proporcionam a melhoria no ambiente de trabalho.
É certo também que as pessoas bem humoradas e sorridentes desencadeiam um clima mais amigável e participativo dentro do ambiente de trabalho, até pelo fato de que todos se sentem com vontade de se aproximarem, dialogarem e trocarem informações. Já esta situação ocorre de forma contrária em lugares contaminados pelo mau humor das pessoas inibindo quaisquer acessos positivos e carismáticos de terceiros.
Um ambiente bem humorado torna-se mais criativo e produtivo enquanto um meio mal humorado é pessimista, menos flexível e pouco criativo, apresentando ainda grandes resistências a mudanças, e desta forma, limitado em seus resultados devido à falta de motivação em buscar alternativas estimulantes para realização das atividades.
Apesar da importância do bom humor no espaço de trabalho, é necessário que esteja presente também nos níveis hierárquicos mais elevados, pois são as referências para toda a equipe de colaboradores. Se os próprios Diretores de uma empresa, por exemplo, forem extremamente fechados e mau-humorados irão refletir em toda sua equipe, parte dessa imagem, minimizando o bom clima entre os subordinados e automaticamente, reduzindo a criatividade, produtividade, satisfação e motivação.
Para se conseguir o bom humor em um ambiente de trabalho, além de ser um traço do perfil de cada indivíduo, é necessário reconhecer algumas condições que geram a satisfação profissional e também influenciam na escolha dos candidatos. Irei relacionar algumas:
• Busque uma profissão em que possa desenvolver diariamente o que você sabe fazer de melhor, e com a qual mais se identifica;
• Busque sua felicidade. Não deixe para depois, não esconda seus sentimentos. Lute pelo que realmente acredita;
• Se há alguma situação em que se sinta desconfortável, resolva-a o quanto antes. Guardar este desconforto, apenas aumentará seu desgaste;
• Aja sempre com naturalidade, seja você mesmo;
• Capacite-se com freqüência. Participe de cursos, palestras, treinamentos, seminários. O aprendizado é importante para manter-se atualizado e competitivo, além de melhorar sua criatividade;
• Saiba ser tolerante com quem ainda não compreendeu seu temperamento ou seu estilo de vida. Faça amigos, seja pró-ativo e participativo.
Conte uma piada, converse, fale sobre algo que achou interessante e sorria. Revele seu carisma e simpatia para todos aqueles que dividem seu espaço. Mas lembre-se: sempre com moderação.

*Wagner Campos é Especialista em Marketing. É Palestrante em Vendas, Motivação e Liderança. 
Imagem - google imagens
vídeo (http://www.flaviosouza.com.br/meta_video.php?sessao=videos) -