sexta-feira, 13 de setembro de 2019

MAIS VIDA NOS MORROS - NENA QUEIROGA

Pessoal,  compartilho esse projeto e a homenagem de Nena Queiroga com essa música. #maisvidanosmorros #arteculturaétudo #maisarteeculturamenosviolencia #nenaqueiroga

"É um projeto maravilhoso da prefeitura q é o @maisvidanosmorros...e que vem transformando a vida das pessoas, devolvendo a auto estima e diminuindo o índice de violência, de sujeira nas ruas, fazendo com que os cidadãos amém e cuidem de suas comunidades! Sou completamente apaixonada por esse projeto é quero q vcs conheçam tb! Se puderem compartilhem tá?" (Nena Queiroga)

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Dia do Administrador – 9 de Setembro



Administrar e Administrador
O conceito de Administrar, com base nos estudos de Henri Fayol criador da Teoria Clássica da Administração, é: "Administrar é prever, organizar, comandar, coordenar e controlar". 
Na disciplina de Teoria Geral de Administração – TGA - ou Fundamentos de Administração aprendemos logo essa definição, não está errada, porém, com o passar dos anos e a evolução das teorias, mercado e empresas, o conceito vai muito mais além. 
Há tempos atrás o grande papel do administrador era fazer a empresa gerar lucros, evidente que precisa, mas dizer que a empresa existe somente para gerar lucro, passa ao largo de outros interesses, ou seja, o administrador atual deve articular e conciliar interesses e anseios de seus stakeholders (partes interessadas, como funcionários fornecedores, acionistas clientes, governo e outros), preservar o ambiente e gerar valor para os trabalhadores e sociedade.
O que diferencia administradores de outras formações ou outros cargos na empresa, é que temos uma visão sistêmica, somos questionadores de modelos, pensamos no futuro, mas sem esquecer as lições aprendidas. O administrador, ao liderar uma equipe, necessita ter empatia, agir com sensibilidade, trabalhar em equipe, gerir pessoas diferentes e com modelos mentais diferentes, procurar criar uma visão compartilhada onde os pares estejam dispostos a colaborar em busca do bem coletivo. Deve ser capaz de conciliar interesses, gerenciar conflitos e aproveitar estes conflitos para gerar sinergia. Ao se administrar dessa forma, o lucro pode ficar mais fácil para ser obtido e os objetivos empresariais atingidos. Desde que também fiquem agregados gestão, pessoas e colaboração.

Carmen Lúcia Couto -  Administradora - Gestora Pública - Professora Universitária - Consultora Organizacional, escritora, poetisa e produtora cultural.

domingo, 4 de agosto de 2019

O Poder do Coaching na Educação


Estamos na época em que ouvimos muito falar em coaching, há quem diga que é mais um modismo, porque ligamos a televisão, lemos um jornal ou revista, abrimos a internet e… aparece Coaching.
Mas, afinal, o que é que significa?

Coaching é um processo que tem por principal objetivo ajudar as pessoas a alcançar as metas que se propõem e a facilitar melhorias nas suas competências, comportamentos, capacidades e atitudes, proporcionando tanto uma melhor qualidade de vida como uma maior satisfação com a prática da atividade profissional diária. Esta técnica pode ser aplicada em todas as áreas, com múltiplas e inegáveis vantagens, como vem acontecendo atualmente. O Coach é uma palavra em inglês que significa treinador ou instrutor. Em inglês, quando usada como verbo, a palavra coach significa treinar ou ensinar. Além disso, um coach ou coacher é um profissional que exerce o coaching, uma ferramenta de desenvolvimento pessoal e profissional.

Para a formação de professores, podem ser associadas as duas áreas, revelando desta forma as vantagens e o potencial que o Coaching pode ter no contexto educativo.

O Coaching voltado para área de Educação está focado fundamentalmente na preocupação com um aluno vivo, inquieto, e participante, bem como um professor que não tema suas próprias dúvidas e com instituições educacionais abertas, vivas, postas no mundo e conscientes de seu papel no século XXI, sendo assim, deve-se repensar a postura acadêmica, comunicando e construindo assertivamente a urgência de se trabalhar com uma pessoa inteira, aluno ou professor, com sua afetividade, suas percepções, suas expressão, seus sentidos, sua crítica e criatividade. No caso do professor o coaching pode atuar em:

·           melhorar o desempenho do professor na sala de aula;
·           ajudar a definir objetivos e a atingi-los de forma mais rápida e eficaz;
·           promover o trabalho de equipe;
·           melhorar a comunicação;
·           reduzir as situações de tensão e de conflito.
·           melhorar a gestão do tempo, com foco na solução e na redefinição de prioridades;
·           ajudar a gerir o stress profissional;
·           aumentar a satisfação profissional e o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional;

No caso da aplicação da ferramenta aos alunos os benefícios também são muitos, permite que eles tenham um poderoso suporte para desenvolver seus talentos, aprender a se relacionar positivamente com as pessoas ao seu redor e se reconhecer como alguém importante, especial e plenamente capaz de grandes realizações.

Os professores precisam descobrir o que é o Coaching e de que forma se podem tornar um verdadeiro “professor-coach” e com isso auxiliar seus alunos a desenvolverem potenciais que, muitas vezes, estão obscuros e que precisam de um suporte para torná-los ativos.

 Acredita-se que um dos maiores desafios seja o de levar os professores a focarem-se neles próprios, como pessoas que tem todas as potencialidades e todos os recursos de que necessitam para trabalhar com os seus alunos.

A sociedade em que vivemos faz com que muitas vezes seja esquecido do essencial: a relação. 
O que um professor faz quando se transforma num professor-coach, focando-se nos seus alunos, observando, questionando, despertando a curiosidade, escutando, promovendo a reflexão dentro da sua sala de aula, a autoconsciência e a auto responsabilização é verdadeiramente inspirador e potencializador de resultados muito mais positivos em todos os níveis.

O Coaching tem um imenso potencial, nessa área da educação, potencializando a (re)descoberta do autoconhecimento, descobrindo e desenvolvendo valores, compactuando com a família, no caso de educação básica, coma a escola, coma a instituição de ensino superior e tem a tarefa de formar pessoas que se auto eduquem, curiosos, capazes de enxergar e promover mudanças em si mesmos e no mundo.

“Coaching é desbloquear o potencial das pessoas
para maximizar o seu desempenho.” (John Whitmore)


FONTE: - O Poder do Coaching na Educação - Mafalda Branco - PROFFORMA Nº 12 – Março 2014 - Revista Online Do Centro De Formação De Professores Do Nordeste Alentejano/ - Significados: https://www.significados.com.br/coach/
- Coaching na Educação; Graça Santos, disponível em http://www.rioeduca.net/blog
- figuras: esotericka.com e http://www.rioeduca.net/blog

terça-feira, 30 de julho de 2019

ANDRÉ RIO NO TEATRO DE SANTA ISABEL

No dia 02 de agosto, sexta-feira, no Teatro de Santa Isabel, as 20h30, o cantor e compositor André Rio apresenta seu mais novo show Rosa de Cheiro, que também é título do novo single. No repertório, tem canções inéditas e várias da obra autoral do artista, além de canções de grandes nomes da música popular nordestina.
As músicas farão parte do novo trabalho que será lançado durante a turnê na Europa e depois no Brasil.

O Show contará com a participação do Luciano Magno.

Confiram no vídeo abaixo


Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) - venda na bilheteria do Teatro.

terça-feira, 4 de junho de 2019

GRANDE SHOW DIA 12 DE JUNHO - ZÉ PERDIGÃO


TEATRO DE SANTA ISABEL

CANÇÕES DA LUSOFONIA

Com participação de grandes nomes da música pernambucana.

Zé Perdigão traz ao Brasil em sua primeira passagem pelo país o show “Canções da Lusofonia”, um apanhado dos repertórios que marcaram toda sua trajetória. A musica tradicional portuguesa, fados e canções populares de outros países de língua portuguesa. O repertório inclui canções de artistas brasileiros consagrados como Djavan e Ney Mato Grosso.


CONHEÇA O ARTISTA
Zé Perdigão é, indubitavelmente, uma das vozes mais emblemáticas da World Music. Em 2008 é gravado e editado o seu primeiro disco “ Os Fados do Rock” que recebe os mais rasgados elogios dos media e tem grande aceitação por parte do público. Zé Perdigão é convidado pelo músico, cantor, compositor e autor Francisco Ribeiro (falecido em 2010) - membro fundador dos Madredeus, a gravar a voz juntamente com Tanya Tagaq, Filipa Pais e Natália Casanova no disco Desiderata – “A Junção do bem” acompanhado pela Orquestra Nacional do Porto sob a direção do Maestro Mark Stephenson.


Em Aranjuez



MONTREAL CANADÁ

HISTÓRICO

Em 2010/2011 faz uma digressão por várias cidades do seu País, com o concerto Zé Perdigão & Outros Fados. Em 2011/2012 entra em estúdio a gravar o trabalho discográfico “Sons Ibéricos”.
Em 2012 participa no espetáculo “Variações “ em homenagem à obra deAntónio Variações. Novembro e Dezembro de 2012 entre Argentina, Chile e Uruguai, faz uma digressão Sul-Americana com uma formação musical repartida entre músicos sul americanos e portugueses, o caso do bandoneon do chileno Jorge Prado, a guitarra do cantautor Uruguaio Andres Stagnaro, as percussões e voz do equatoriano Max Berrú, o folkclore sul americano de Jorge Coulon fundador do grupo Inti Illimani, faz 17 concertos com os seus temas e algumas adaptações dos seus temas em espanhol. Passa por países como Chile, Argentina e Uruguai apresentando-se nas melhores salas, sempre com lotação esgotada e com a atenção internacional merecida.

Em Setembro de 2013 edita o álbum “Sons Ibéricos”, o seu segundo álbum que conta com a participação de músicos tão dispares como Pedro Jóia, Angelo Freire ou Amadeu Magalhães. Em 2013 edita também o álbum “Sonidos Ibéricos” na versão castelhana para o mercado online, com poemas de Pablo Neruda, Federico Garcia Lorca ou Gabriela Mistral.

Após alguns anos de digressão, termina com um retiro de enriquecimento cultural e de merecido descanso, em Abril de 2016 muda-se para Cabo Verde onde reside e prepara o seu regresso num surpreendente registo de Morna, Coladeira e Batuko dando voz a temas inéditos de vários Autores e Compositores de Cabo Verde. EnCanto – é o nome do novo Disco de Zé Perdigão a lançar neste mês de março em cabo verde e Portugal . O trabalho desenvolvido totalmente em Cabo Verde contém 10 músicas inéditas entre Mornas, Coladeiras e Batuko onde predominam os sons das raízes musicais Cabo-verdianas, cantado em crioulo e totalmente executado por músicos de Cabo Verde. Com produção, direção musical e arranjos do Maestro Kaku Alves – músico de renome internacional e Rob Leonardo – músico e engenheiro de som. O grafismo, gravação / estúdio, video-clip, e fotografia deste álbum são produção inteiramente Cabo-verdiana.

Por sua passagem pela Argentina, Zé Perdigão foi condecorado como Cidadão Honorário pelo Governo Provincial da cidade de Buenos Aires, uma distinção nunca antes atribuída a um artista ou cidadão português. Zé Perdigão junta-se a um painel de nomes consagrados da música internacional como Stevie Wonder, Roger Waters, Paco de Lucía e Lady Gaga.



sexta-feira, 31 de maio de 2019

O assunto é: EDUCAÇÃO


Por Alessandra Leles Rocha
Desde a quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 1929, quando as economias mundiais se esfacelaram diante da crise econômica, a humanidade já deveria ter aprendido que viver na zona de conforto é algo bastante relativo. Aliás, viver é comprar uma passagem sem destino, sem seguro de vida, sem garantias de nada. Não somos apenas estamos e só.

E era necessária essa introdução reflexiva, para iniciar nossa conversa sobre o que é realmente importante nesse momento, porque muitos dos que se acham blindados a quaisquer intempéries da vida refutam se colocar em outra posição de análise.
   O assunto é Educação. Sim, mais uma vez é fundamental pensar a respeito; sobretudo, se distanciando de quaisquer influências nocivas e polarizadas ideologicamente. Precisamos pensar sobre Educação, sobre o que esse processo repercute positivamente no desenvolvimento do ser humano e nos seus desdobramentos sociais. Afinal, nenhum de nós é uma ilha e é nessa inter-relação que produzimos melhorias e soluções capazes de beneficiar a todos.
   Admitindo ou não a realidade educacional brasileira, o fato é que ela há muito reflete as discrepâncias presentes na sociedade. Construímos um espectro de Educação que vai da carência mais absoluta ao que há de mais contemporâneo e tecnológico, de modo que, inevitavelmente, silenciamos diante de um modelo legalizado e legitimado que separa os indivíduos de acordo com as suas oportunidades econômicas. 

   É importante ressaltar que, não se trata de uma simples divisão entre educação pública e educação privada. Dentro desses dois nichos, também, se estabelecem subdivisões, gradações que vão apontando a fragilização e o comprometimento do ensino no país. No entanto, apesar do conhecimento público e das autoridades sobre tamanha discrepância, poucas são as iniciativas que buscam contestar e transformar essa realidade.
   Infelizmente, parece existir uma aceitação diante dos fatos. No momento em que toda a sociedade deveria se mobilizar em favor da qualidade e do desenvolvimento da Educação, como forma de garantir um lastro de riqueza subjetiva e imaterial para o país, ela se fragmenta na realidade de cada segmento social, onde a capacidade econômica justifica a possibilidade de oferta de um ensino melhor ou pior. Isso significa que a Educação, ao longo do tempo, se trivializou na ausência de perspectiva de transformação, especialmente para algo melhor.
   Se cada cidadão, sem distinção, é tributado do nascer ao por do sol, não há nada de normal, ou de natural, na desigualdade que se afirma aos seus direitos fundamentais básicos, incluindo à Educação. Agora, diante da realidade atual, na qual o desemprego no país atingiu 13,1 milhões de pessoas até fevereiro desse ano, quanto esse impacto afetou a mobilidade educacional dentro do espectro citado acima?
   Sim, porque o que toda família espera para seus filhos é uma educação boa, com a qualidade manifesta em todos os documentos oficiais do país; mas, diante da crise econômica os direitos fundamentais básicos passam a ser administrados segundo as possibilidades, ou seja, da escola privada para a pública, dos planos de saúde para o atendimento pelo SUS, do transporte particular para o coletivo etc. Afinal, mais do que nunca as garantias estão apenas ao nível do ideário. A qualquer momento o jogo pode virar e você vir se somar à rede de milhões de desempregados, assistindo a sua etérea estabilidade desaparecer e as suas possibilidades de sobrevivência alcançarem patamares aquém das suas expectativas.
   O pior é que essa heterogeneização educacional, com níveis de aproveitamento extremos, em médio e longo prazo é que consolidam na dispersão de cidadãos despreparados na sua cidadania e na sua capacidade laboral. Engana-se quem pensa que analfabetismo funcional, por exemplo, é reflexo apenas de uma educação ruim de escolas públicas ruins. O X da questão está na aceitação do desequilíbrio, das diferenças ao longo de toda a cadeia de ensino-aprendizagem; de modo que, o funil despeja cada vez menos pessoas verdadeiramente qualificadas.
   Inclusive, se prestarmos atenção às projeções de envelhecimento populacional no mundo, precisamos que as novas e futuras gerações tenham de fato condições de contribuir para a manutenção e o desenvolvimento das sociedades. É aí que entra uma preocupação e um interesse coletivo pela Educação nacional, no qual todos estejam preocupados em debater, em propor soluções e caminhos, em estruturar ações estratégicas de curto, médio e longo prazo para alavancar o país.
 No momento estamos pensando na urgência Previdenciária; mas, esta  deveria incluir a urgência Educacional. Se não repensarmos a Educação permaneceremos distantes de mão-de-obra qualificada e apta, capaz de contribuir com seu o trabalho para o Sistema Previdenciário; e daí, todos os esforços terão sido em vão. Uma educação que faça frente às demandas socioeconômicas é o que o país necessita com urgência.    Ainda que o orçamento nacional esteja abaixo do esperado, não justifica a inconstitucionalidade de não cumprir o art. 212, da Constituição Federal (1988), o qual em momento algum faz ressalva ou abre precedente para eventuais contingenciamentos, restrições ou quiçá, cortes.
   A Educação não pode ser um ponto de discórdia, qualificado em justificativas inconsistentes, ou em achismos ou em teorias conspiratórias. Já passou da hora da sociedade civil, entidades públicas e privadas, todos cumprirem de imediato o que reza o art. 205, da Constituição Federal (1988), ou seja, trabalhar para “o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

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Fonte: imagem: google imagens
Texto: Alessandra L. Rocha