"É um projeto maravilhoso da prefeitura q é o @maisvidanosmorros...e que vem transformando a vida das pessoas, devolvendo a auto estima e diminuindo o índice de violência, de sujeira nas ruas, fazendo com que os cidadãos amém e cuidem de suas comunidades! Sou completamente apaixonada por esse projeto é quero q vcs conheçam tb! Se puderem compartilhem tá?" (Nena Queiroga)
Espaço para compartilhar com vocês textos, aulas, cursos, notícias, artigos, poesias, eventos culturais e muito mais! Tudo em um só blog!!! Estará sempre em construção, como a nossa vida.... Carmen Lúcia Silva Couto você pode procurar também pelo nome Carmen Lúcia Couto Fonseca ou Carmen Lúcia Couto ou Carmen Fonseca.
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
MAIS VIDA NOS MORROS - NENA QUEIROGA
Pessoal, compartilho esse projeto e a homenagem de Nena Queiroga com essa música. #maisvidanosmorros #arteculturaétudo #maisarteeculturamenosviolencia #nenaqueiroga
"É um projeto maravilhoso da prefeitura q é o @maisvidanosmorros...e que vem transformando a vida das pessoas, devolvendo a auto estima e diminuindo o índice de violência, de sujeira nas ruas, fazendo com que os cidadãos amém e cuidem de suas comunidades! Sou completamente apaixonada por esse projeto é quero q vcs conheçam tb! Se puderem compartilhem tá?" (Nena Queiroga)
"É um projeto maravilhoso da prefeitura q é o @maisvidanosmorros...e que vem transformando a vida das pessoas, devolvendo a auto estima e diminuindo o índice de violência, de sujeira nas ruas, fazendo com que os cidadãos amém e cuidem de suas comunidades! Sou completamente apaixonada por esse projeto é quero q vcs conheçam tb! Se puderem compartilhem tá?" (Nena Queiroga)
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
Dia do Administrador – 9 de Setembro
Administrar e
Administrador
O
conceito de Administrar, com base nos estudos de Henri Fayol criador da Teoria
Clássica da Administração, é: " Administrar é prever,
organizar, comandar, coordenar e controlar".
Na disciplina de Teoria Geral de Administração – TGA - ou
Fundamentos de Administração aprendemos logo essa definição, não está errada,
porém, com o passar dos anos e a evolução das teorias, mercado e empresas, o
conceito vai muito mais além.
Há
tempos atrás o grande papel do administrador era fazer a empresa gerar lucros,
evidente que precisa, mas dizer que a empresa existe somente para gerar lucro,
passa ao largo de outros interesses, ou seja, o administrador atual deve
articular e conciliar interesses e anseios de seus stakeholders (partes interessadas, como funcionários fornecedores, acionistas
clientes, governo e outros), preservar o ambiente e gerar valor para os
trabalhadores e sociedade.
O
que diferencia administradores de outras formações ou outros cargos na empresa,
é que temos uma visão sistêmica, somos questionadores de modelos, pensamos no
futuro, mas sem esquecer as lições aprendidas. O administrador, ao liderar uma
equipe, necessita ter empatia, agir com sensibilidade, trabalhar em equipe, gerir
pessoas diferentes e com modelos mentais diferentes, procurar criar uma visão
compartilhada onde os pares estejam dispostos a colaborar em busca do bem
coletivo. Deve ser capaz de conciliar interesses, gerenciar conflitos e
aproveitar estes conflitos para gerar sinergia. Ao se administrar dessa forma,
o lucro pode ficar mais fácil para ser obtido e os objetivos empresariais
atingidos. Desde que também fiquem agregados gestão, pessoas e colaboração.
domingo, 4 de agosto de 2019
O Poder do Coaching na Educação
Estamos na época em que ouvimos muito falar em coaching, há quem diga que é mais um modismo, porque ligamos a televisão, lemos um jornal ou revista, abrimos a internet e… aparece Coaching.
Mas, afinal, o que é que significa?
Coaching é um processo que tem por principal objetivo ajudar as pessoas a alcançar as metas que se propõem e a facilitar melhorias nas suas competências, comportamentos, capacidades e atitudes, proporcionando tanto uma melhor qualidade de vida como uma maior satisfação com a prática da atividade profissional diária. Esta técnica pode ser aplicada em todas as áreas, com múltiplas e inegáveis vantagens, como vem acontecendo atualmente. O Coach é uma palavra em inglês que significa treinador ou instrutor. Em inglês, quando usada como verbo, a palavra coach significa treinar ou ensinar. Além disso, um coach ou coacher é um profissional que exerce o coaching, uma ferramenta de desenvolvimento pessoal e profissional.
Para a formação de professores, podem ser associadas as duas áreas, revelando desta forma as vantagens e o potencial que o Coaching pode ter no contexto educativo.
O Coaching voltado para área de Educação está focado fundamentalmente na preocupação com um aluno vivo, inquieto, e participante, bem como um professor que não tema suas próprias dúvidas e com instituições educacionais abertas, vivas, postas no mundo e conscientes de seu papel no século XXI, sendo assim, deve-se repensar a postura acadêmica, comunicando e construindo assertivamente a urgência de se trabalhar com uma pessoa inteira, aluno ou professor, com sua afetividade, suas percepções, suas expressão, seus sentidos, sua crítica e criatividade. No caso do professor o coaching pode atuar em:
· melhorar o desempenho do professor na sala de aula;
· ajudar a definir objetivos e a atingi-los de forma mais rápida e eficaz;
· promover o trabalho de equipe;
· melhorar a comunicação;
· reduzir as situações de tensão e de conflito.
· melhorar a gestão do tempo, com foco na solução e na redefinição de prioridades;
· ajudar a gerir o stress profissional;
· aumentar a satisfação profissional e o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional;
No caso da aplicação da ferramenta aos alunos os benefícios também são muitos, permite que eles tenham um poderoso suporte para desenvolver seus talentos, aprender a se relacionar positivamente com as pessoas ao seu redor e se reconhecer como alguém importante, especial e plenamente capaz de grandes realizações.
Os professores precisam descobrir o que é o Coaching e de que forma se podem tornar um verdadeiro “professor-coach” e com isso auxiliar seus alunos a desenvolverem potenciais que, muitas vezes, estão obscuros e que precisam de um suporte para torná-los ativos.
Acredita-se que um dos maiores desafios seja o de levar os professores a focarem-se neles próprios, como pessoas que tem todas as potencialidades e todos os recursos de que necessitam para trabalhar com os seus alunos.
A sociedade em que vivemos faz com que muitas vezes seja esquecido do essencial: a relação.
O que um professor faz quando se transforma num professor-coach, focando-se nos seus alunos, observando, questionando, despertando a curiosidade, escutando, promovendo a reflexão dentro da sua sala de aula, a autoconsciência e a auto responsabilização é verdadeiramente inspirador e potencializador de resultados muito mais positivos em todos os níveis.
O Coaching tem um imenso potencial, nessa área da educação, potencializando a (re)descoberta do autoconhecimento, descobrindo e desenvolvendo valores, compactuando com a família, no caso de educação básica, coma a escola, coma a instituição de ensino superior e tem a tarefa de formar pessoas que se auto eduquem, curiosos, capazes de enxergar e promover mudanças em si mesmos e no mundo.
“Coaching é desbloquear o potencial das pessoas
para maximizar o seu desempenho.” (John Whitmore)
FONTE: - O Poder do Coaching na Educação - Mafalda Branco - PROFFORMA Nº 12 – Março 2014 - Revista Online Do Centro De Formação De Professores Do Nordeste Alentejano/ - Significados: https://www.significados.com.br/coach/
- Coaching na Educação; Graça Santos, disponível em http://www.rioeduca.net/blog
- figuras: esotericka.com e http://www.rioeduca.net/blog
- figuras: esotericka.com e http://www.rioeduca.net/blog
terça-feira, 30 de julho de 2019
ANDRÉ RIO NO TEATRO DE SANTA ISABEL
No dia 02
de agosto, sexta-feira, no Teatro de Santa Isabel, as 20h30, o cantor e
compositor André Rio apresenta seu mais novo show Rosa de Cheiro, que também é
título do novo single. No repertório, tem canções inéditas e várias da obra
autoral do artista, além de canções de grandes nomes da música popular
nordestina.
As músicas farão parte do novo
trabalho que será lançado durante a turnê na Europa e depois no Brasil.
O Show contará com a participação do
Luciano Magno.
Confiram no vídeo abaixo
Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) - venda na bilheteria do Teatro.
terça-feira, 4 de junho de 2019
GRANDE SHOW DIA 12 DE JUNHO - ZÉ PERDIGÃO
TEATRO DE SANTA ISABEL
CANÇÕES DA LUSOFONIA
Com participação de
grandes nomes da música pernambucana.
Zé Perdigão traz ao
Brasil em sua primeira passagem pelo país o show “Canções da Lusofonia”, um
apanhado dos repertórios que marcaram toda sua trajetória. A musica tradicional
portuguesa, fados e canções populares de outros países de língua portuguesa. O
repertório inclui canções de artistas brasileiros consagrados como Djavan e Ney
Mato Grosso.
CONHEÇA
O ARTISTA
Zé Perdigão é, indubitavelmente,
uma das vozes mais emblemáticas da World Music. Em 2008 é gravado e editado o
seu primeiro disco “ Os Fados do Rock” que recebe os mais rasgados elogios dos
media e tem grande aceitação por parte do público. Zé Perdigão é convidado pelo
músico, cantor, compositor e autor Francisco Ribeiro (falecido em 2010) -
membro fundador dos Madredeus, a gravar a voz juntamente com Tanya Tagaq,
Filipa Pais e Natália Casanova no disco Desiderata – “A Junção do bem”
acompanhado pela Orquestra Nacional do Porto sob a direção do Maestro Mark Stephenson.
Em Aranjuez
MONTREAL CANADÁ
HISTÓRICO
Em 2010/2011 faz uma
digressão por várias cidades do seu País, com o concerto Zé Perdigão &
Outros Fados. Em 2011/2012 entra em estúdio a gravar o trabalho discográfico
“Sons Ibéricos”.
Em 2012 participa no
espetáculo “Variações “ em homenagem à obra deAntónio Variações. Novembro e
Dezembro de 2012 entre Argentina, Chile e Uruguai, faz uma digressão
Sul-Americana com uma formação musical repartida entre músicos sul americanos e
portugueses, o caso do bandoneon do chileno Jorge Prado, a guitarra do
cantautor Uruguaio Andres Stagnaro, as percussões e voz do equatoriano Max
Berrú, o folkclore sul americano de Jorge Coulon fundador do grupo Inti
Illimani, faz 17 concertos com os seus temas e algumas adaptações dos seus
temas em espanhol. Passa por países como Chile, Argentina e Uruguai apresentando-se
nas melhores salas, sempre com lotação esgotada e com a atenção internacional
merecida.
Em Setembro de 2013
edita o álbum “Sons Ibéricos”, o seu segundo álbum que conta com a participação
de músicos tão dispares como Pedro Jóia, Angelo Freire ou Amadeu Magalhães. Em
2013 edita também o álbum “Sonidos Ibéricos” na versão castelhana para o
mercado online, com poemas de Pablo Neruda, Federico Garcia Lorca ou Gabriela
Mistral.
Após alguns anos de
digressão, termina com um retiro de enriquecimento cultural e de merecido
descanso, em Abril de 2016 muda-se para Cabo Verde onde reside e prepara o seu
regresso num surpreendente registo de Morna, Coladeira e Batuko dando voz a
temas inéditos de vários Autores e Compositores de Cabo Verde. EnCanto – é o
nome do novo Disco de Zé Perdigão a lançar neste mês de março em cabo verde e
Portugal . O trabalho desenvolvido totalmente em Cabo Verde contém 10 músicas
inéditas entre Mornas, Coladeiras e Batuko onde predominam os sons das raízes
musicais Cabo-verdianas, cantado em crioulo e totalmente executado por músicos
de Cabo Verde. Com produção, direção musical e arranjos do Maestro Kaku Alves –
músico de renome internacional e Rob Leonardo – músico e engenheiro de som. O
grafismo, gravação / estúdio, video-clip, e fotografia deste álbum são produção
inteiramente Cabo-verdiana.
Por sua passagem
pela Argentina, Zé Perdigão foi condecorado como Cidadão Honorário pelo Governo
Provincial da cidade de Buenos Aires, uma distinção nunca antes atribuída a um
artista ou cidadão português. Zé Perdigão junta-se a um painel de nomes
consagrados da música internacional como Stevie Wonder, Roger Waters, Paco de
Lucía e Lady Gaga.
sexta-feira, 31 de maio de 2019
O assunto é: EDUCAÇÃO
Por Alessandra Leles Rocha
Desde a quebra da Bolsa de Nova
Iorque, em 1929, quando as economias mundiais se esfacelaram diante da crise
econômica, a humanidade já deveria ter aprendido que viver na zona de conforto
é algo bastante relativo. Aliás, viver é comprar uma passagem sem destino, sem
seguro de vida, sem garantias de nada. Não somos apenas estamos e só.
E era necessária essa
introdução reflexiva, para iniciar nossa conversa sobre o que é realmente
importante nesse momento, porque muitos dos que se acham blindados a quaisquer
intempéries da vida refutam se colocar em outra posição de análise.
O assunto é Educação. Sim, mais
uma vez é fundamental pensar a respeito; sobretudo, se distanciando de
quaisquer influências nocivas e polarizadas ideologicamente. Precisamos pensar
sobre Educação, sobre o que esse processo repercute positivamente no
desenvolvimento do ser humano e nos seus desdobramentos sociais. Afinal, nenhum
de nós é uma ilha e é nessa inter-relação que produzimos melhorias e soluções
capazes de beneficiar a todos.
Admitindo ou não a realidade
educacional brasileira, o fato é que ela há muito reflete as discrepâncias
presentes na sociedade. Construímos um espectro de Educação que vai da carência
mais absoluta ao que há de mais contemporâneo e tecnológico, de modo que, inevitavelmente,
silenciamos diante de um modelo legalizado e legitimado que separa os
indivíduos de acordo com as suas oportunidades econômicas.
É importante ressaltar que, não
se trata de uma simples divisão entre educação pública e educação privada. Dentro
desses dois nichos, também, se estabelecem subdivisões, gradações que vão
apontando a fragilização e o comprometimento do ensino no país. No entanto,
apesar do conhecimento público e das autoridades sobre tamanha discrepância,
poucas são as iniciativas que buscam contestar e transformar essa realidade.
Infelizmente, parece existir
uma aceitação diante dos fatos. No momento em que toda a sociedade deveria se
mobilizar em favor da qualidade e do desenvolvimento da Educação, como forma de
garantir um lastro de riqueza subjetiva e imaterial para o país, ela se
fragmenta na realidade de cada segmento social, onde a capacidade econômica
justifica a possibilidade de oferta de um ensino melhor ou pior. Isso significa
que a Educação, ao longo do tempo, se trivializou na ausência de perspectiva de
transformação, especialmente para algo melhor.
Se cada cidadão, sem distinção,
é tributado do nascer ao por do sol, não há nada de normal, ou de natural, na
desigualdade que se afirma aos seus direitos fundamentais básicos, incluindo à
Educação. Agora, diante da realidade atual, na qual o desemprego no país
atingiu 13,1 milhões de pessoas até fevereiro desse ano, quanto esse impacto
afetou a mobilidade educacional dentro do espectro citado acima?
Sim, porque o que toda família
espera para seus filhos é uma educação boa, com a qualidade manifesta em todos
os documentos oficiais do país; mas, diante da crise econômica os direitos
fundamentais básicos passam a ser administrados segundo as possibilidades, ou
seja, da escola privada para a pública, dos planos de saúde para o atendimento
pelo SUS, do transporte particular para o coletivo etc. Afinal, mais do que
nunca as garantias estão apenas ao nível do ideário. A qualquer momento o jogo
pode virar e você vir se somar à rede de milhões de desempregados, assistindo a
sua etérea estabilidade desaparecer e as suas possibilidades de sobrevivência
alcançarem patamares aquém das suas expectativas.
O pior é que essa
heterogeneização educacional, com níveis de aproveitamento extremos, em médio e
longo prazo é que consolidam na dispersão de cidadãos despreparados na sua
cidadania e na sua capacidade laboral. Engana-se quem pensa que analfabetismo
funcional, por exemplo, é reflexo apenas de uma educação ruim de escolas
públicas ruins. O X da questão está na aceitação do desequilíbrio, das
diferenças ao longo de toda a cadeia de ensino-aprendizagem; de modo que, o
funil despeja cada vez menos pessoas verdadeiramente qualificadas.
Inclusive, se prestarmos
atenção às projeções de envelhecimento populacional no mundo, precisamos que as
novas e futuras gerações tenham de fato condições de contribuir para a
manutenção e o desenvolvimento das sociedades. É aí que entra uma preocupação e
um interesse coletivo pela Educação nacional, no qual todos estejam preocupados
em debater, em propor soluções e caminhos, em estruturar ações estratégicas de
curto, médio e longo prazo para alavancar o país.
No momento estamos pensando na
urgência Previdenciária; mas, esta
deveria incluir a urgência Educacional. Se não repensarmos a Educação
permaneceremos distantes de mão-de-obra qualificada e apta, capaz de contribuir
com seu o trabalho para o Sistema Previdenciário; e daí, todos os esforços
terão sido em vão. Uma educação que faça frente às demandas socioeconômicas é o
que o país necessita com urgência. Ainda que o orçamento nacional esteja abaixo
do esperado, não justifica a inconstitucionalidade de não cumprir o art. 212,
da Constituição Federal (1988), o qual em momento algum faz ressalva ou abre
precedente para eventuais contingenciamentos, restrições ou quiçá, cortes.
A Educação não pode ser um
ponto de discórdia, qualificado em justificativas inconsistentes, ou em
achismos ou em teorias conspiratórias. Já passou da hora da sociedade civil,
entidades públicas e privadas, todos cumprirem de imediato o que reza o art.
205, da Constituição Federal (1988), ou seja, trabalhar para “o pleno
desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua
qualificação para o trabalho”.
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Fonte: imagem: google imagensTexto: Alessandra L. Rocha
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