sexta-feira, 15 de março de 2019

DESARME-SE!


         Diante das tragédias recentes ocorridas no Brasil e fora do país, resolvi postar um resumo do capítulo 7 – Armas de Fogo (pag 70), do Atlas da Violência (IPEA, 2018), onde mostra a evolução das mortes no Brasil por armas de fogo e comprova que se o Estatuto do Desarmamento não tivesse sido aprovado, teríamos uma situação muito pior no Brasil. Alguns pontos que estão em maiúsculo foram alterados por mim, como forma de destacar o conteúdo. Resolvi também elaborar um texto poético como forma de desabafo de uma pessoa que se encontra indignada com essa ode às armas que tomou conta de grande parte da nossa sociedade, acreditando que ficará protegida se possuir uma arma em casa.

O relatório diz que “o enfoque no controle responsável e na retirada de armas de fogo de circulação nas cidades deve, portanto, ser objetivo prioritário das políticas de segurança pública”, porém o que estamos vendo é bem diferente, ou seja, são mudanças na legislação favorecendo a posse de armas, é uma proposta de senador para favorecer a instalação da indústria de armas no Brasil, são políticos defendendo os atos ilícitos dos que praticam extorsão a moradores e comerciantes de comunidades e, pior, é parte da sociedade aprovando tudo isso.

O que está acontecendo com o brasileiro? Povo brincalhão e alegre, mesmo diante de tantas diferenças e sofrimentos internos. Parece que o ódio e a revolta tomou conta de muita gente, fazendo-as assumir posições diferentes de seus comportamentos aparentes e defendendo causas que, até então, não condiziam com seus atos e palavras.  

Como mãe e ser humano sou solidária com a dor de todos que estão sofrendo nesse momento, tanto os parentes das vítimas da escola em São Paulo, como os que estavam na mesquita na Nova Zelândia. São crimes bárbaros.

Espero, sinceramente, que esta postagem sirva, pelo menos, para uma reflexão.

                                      


ARMAS DE FOGO
Entre 1980 e 2016, cerca de 910 mil pessoas foram mortas com o uso de armas de fogo.
No começo dos anos 1980, para cada 100 pessoas assassinadas, cerca de 40 eram vítimas de armas de fogo. Nesse contexto, nos aproximávamos do quociente de homicídios por armas de fogo (em relação ao total de casos) de nossos vizinhos Chile e Uruguai (37,3% e 46,5%, respectivamente)

A partir do grave processo de estagnação econômica que ocorreu no começo dos anos 1980, justamente no momento em que houve uma profunda transição de uma sociedade majoritariamente agrária para uma urbana, as tensões sociais aumentaram, sem que o Estado brasileiro conseguisse responder aos novos desafios impostos e, efetivamente, provesse boas condições de segurança pública para a população (Cerqueira, 2014). Nesse contexto, a população angustiada e insegura com esse cenário procurou se defender pelos seus próprios meios, quando passou a adquirir gradativamente serviços de segurança privada e armas de fogo. Começa aí, em meados dos anos 1980, uma verdadeira corrida armamentista no país SÓ INTERROMPIDA EM 2003, POR CONTA DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO. O FATO É QUE A MAIOR DIFUSÃO DE ARMAS DE FOGO APENAS JOGOU MAIS LENHA NA FOGUEIRA DA VIOLÊNCIA LETAL. Conforme se pode observar no gráfico 7.1, o CRESCIMENTO DOS HOMICÍDIOS NO PAÍS AO LONGO DESSAS TRÊS DÉCADAS E MEIA FOI BASICAMENTE DEVIDO ÀS MORTES COM O USO DAS ARMAS DE FOGO, ao passo que as mortes por outros meios permaneceram constantes desde o início dos anos 1990.
Atingimos um índice de mortes por armas de fogo de 71,1% em 2003, o mesmo índice observado ainda em 2016. Desse modo, chegamos mais perto de países como El Salvador (76,9%) e Honduras (83,4%) e nos afastamos da média de países da Europa (19,3%).

UM PONTO IMPORTANTE É QUE O ESTATUTO DO DESARMAMENTO, AINDA QUE NÃO SEJA UMA PANACEIA PARA TODOS OS PROBLEMAS DE VIOLÊNCIA LETAL, INTERROMPEU A CORRIDA ARMAMENTISTA NO PAÍS QUE ESTAVA IMPULSIONANDO AS MORTES VIOLENTAS. Conforme mostrado no gráfico 7.1. Segundo Cerqueira e de Mello (2013), SE NÃO FOSSE ESSA LEI, OS HOMICÍDIOS TERIAM CRESCIDO 12% ALÉM DO OBSERVADO. De fato, existem inúmeros fatores a impulsionar a violência letal no país, como a profunda desigualdade econômica e social, a inoperância do sistema de segurança pública, a grande presença de mercados ilícitos e facções criminosas e o grande número de armas de fogo espalhadas pelo Brasil afora. Esses fatores continuam desafiando governos e sociedade e continuam pressionando a taxa de crimes letais, sobretudo no Norte e no Nordeste do país. A QUESTÃO AQUI É QUE, NÃO FOSSE ESSA LEGISLAÇÃO QUE IMPÔS UM CONTROLE RESPONSÁVEL DAS ARMAS DE FOGO, A TAXA DE HOMICÍDIOS SERIA AINDA MAIOR QUE A OBSERVADA. O ENFOQUE NO CONTROLE RESPONSÁVEL E NA RETIRADA DE ARMAS DE FOGO DE CIRCULAÇÃO NAS CIDADES DEVE, PORTANTO, SER OBJETIVO PRIORITÁRIO DAS POLÍTICAS DE SEGURANÇA PÚBLICA.


Gráfico 7.1 – Brasil: homicídio por arma de fogo e por outros meios (1980 a 2016) Fonte: MS/SVS/CGIAE – Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM. Elaboração Diest/Ipea e FBSP

ACESSE IPEA ATLAS DA VIOLÊNCIA


quinta-feira, 7 de março de 2019

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

O Dia Internacional da Mulher é celebrado no dia 8 de março

Minha homenagem às mulheres, em especial às pernambucanas, nordestinas. 
Pela força e pela superação ao preconceito que ainda existe. 
Tanto por ser mulher, como por ser do Nordeste. 
Viva a mulher!


terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

PROJETOS CULTURAIS

Pessoal, está chegando o momento. Já tem edital na praça!!




Conheça um pouco sobre economia criativa e torne-se um empreendedor.
↓↓↓



terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Dia Mundial do Compositor

Parabéns, especial aos meus queridos parceiros Lê Guedes, Mael Júlia Amaral e Zé Renato Silva Filho
Em especial ao José Amauri Nascimento que sempre interpreta a música Carnaval da Alegria em seus shows.


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

ECONOMIA CRIATIVA - geração de valor por meio da criatividade


APRESENTAÇÃO

Importante se faz um olhar mais sensível para o segmento da economia criativa na região Nordeste, o eixo da cultura. Atentar para a Cultura como instrumento de inclusão social na região. Não é novidade que o Nordeste é muito rico nesse aspecto e apesar de várias entidades como ONGs, e Sebrae, por exemplo, auxiliarem com atuações nesse segmento, ainda observa-se uma carência muito grande em projetos sustentáveis que venham tornar comunidades artísticas, das mais diversas linguagens, mais capacitadas e com potencial para serem incluídas no mercado, e automaticamente, terem como retorno uma maior renda e reconhecimento artístico e social.
Projetos que visem a melhoria dessa área cultural, valorizando a região, atribuindo a importância e reconhecimento devidos à criatividade do nosso povo, aumentando a renda, gerando emprego, empoderando comunidades e fazendo com que os envolvidos sejam enriquecidos social e culturalmente, devem fazer parte do portfólio das empresas.
O texto aqui apresentado tem como base estatística e de conteúdo, o documento Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil, publicado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) em dezembro de 2016. Esse documento faz um mapeamento nacional e observa-se que nas diversas regiões, incluído o Nordeste, a economia criativa vem empregando pessoas, mostrando que os investimentos e apoios nessa área são primordiais para auxiliar na diminuição do desemprego e no aumento da renda do brasileiro e, consequentemente, elevar a injeção de recursos na economia.


1 ECONOMIA CRIATIVA

            Sabe-se que nesse século, a criatividade torna-se fator primordial para se ter o diferencial no mercado, seja para o profissional, para a empresa ou um produto. Criatividade é uma capacidade não só de criar o novo, mas de reinventar, diluir paradigmas tradicionais, unir pontos aparentemente desconexos e, com isso, equacionar soluções para novos e velhos problemas. Em termos econômicos, a criatividade é um combustível renovável e cujo estoque aumenta com o uso. Além disso, a “concorrência” entre agentes criativos, em vez de saturar o mercado, atrai e estimula a atuação de novos produtores. Essas e outras características fazem da economia criativa uma oportunidade de resgatar o cidadão (inserindo-o socialmente) e o consumidor (incluindo-o economicamente), através de um ativo que emana de sua própria formação, cultura e raízes. (ITAU,2008)

A Economia Criativa ou também chamada de indústria criativa é uma nova forma econômica em ascensão no mundo de hoje. Como o nome indica, diz respeito à geração de valor por meio da criatividade. São bens e serviços baseados no capital intelectual e cultural e que buscam melhorar, inovar ou resolver problemas.

Vender experiências é um dos lemas da Economia Criativa. O setor do varejo é o que tem maior destaque e potencial na área, pois possui mais liberdade para criar diferentes soluções para cada tipo de público. A liberdade é um dos pré-requisitos para que a criatividade venha à tona, possibilitando o desenvolvimento de novos produtos em resposta a demandas ou interesses específicos, com um maior cuidado e atenção aos recursos ambientais (John Howkins).[1]

A Economia Criativa se divide em quatro grandes áreas: CONSUMO, MÍDIAS, CULTURA E TECNOLOGIA. São negócios nos mais variados segmentos que se agrupam nessas categorias e que se identificam com os movimentos e tendências da inovação e da criatividade. São exemplos empresas de desenvolvimento de softwares e videogames, grupos culturais, escritórios de design, artistas plásticos, produtores de artesanato, restaurantes e agências de turismo cultural. Conceitos como venda direta do produtor para o consumidor, valorização da identidade local, produção sob demanda e consumo de bens personalizados são diretrizes que impulsionam o mercado criativo.
As áreas são divididas em 13 segmentos, conforme a seguir:
a)            CONSUMO - Design: gráfico, multimídia e de móveis; - Arquitetura; - Publicidade: com atividades relacionadas às áreas de marketing, pesquisa de mercado e organização de eventos; e - Moda: com desenho de roupas, acessórios e calçados; além de modelistas.
b) MÍDIAS - Editorial: edição de livros, jornais, revistas e conteúdo digital; e - Audiovisual: desenvolvimento de conteúdo, distribuição, programação e transmissão.
c) CULTURA - é a área mais ampla, e atua com - Expressões Culturais: artesanato, folclore, gastronomia; - Patrimônio e Artes: serviços culturais, museologia, produção cultural, patrimônio histórico; - Música: gravação, edição e mixagem de som, criação e interpretação musical; e - Artes Cênicas: atuação, produção e direção de espetáculos teatrais e de dança.
d) TECNOLOGIA - Pesquisa e Desenvolvimento (P&D): desenvolvimento experimental e pesquisa geral (exceto biologia); - Biotecnologia: bioengenharia, pesquisa em biologia, atividades laboratoriais; e - Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC): desenvolvimento de softwares, sistemas, consultoria em TI e robótica.

ONU publica desde 2008 alguns relatórios sobre o tema. O Relatório de Economia Criativa 2010, produzido pela UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) em parceria com o PNUD, destaca que “a Economia Criativa se tornou uma questão atual da agenda econômica e de desenvolvimento internacional durante esta década. Estimulada de forma adequada, a criatividade incentiva a cultura, infunde um desenvolvimento centrado no ser humano e constitui o ingrediente chave para a criação de trabalho, inovação e comércio, ao mesmo tempo em que contribui para a inclusão social, diversidade cultural e sustentabilidade ambiental.” O relatório enfatiza ainda que o setor foi um dos menos afetados pela crise econômica mundial, pois se baseia em novos preceitos, adotando relações de trabalho mais igualitárias e políticas de consumo mais justas, sustentáveis e inclusivas.
As pequenas e médias empresas são a maioria nesse setor, embora algumas grandes companhias já adotem práticas como liberar uma porcentagem do tempo do trabalhador para ser dedicada a projetos de inovação. Os bens e serviços comercializados, em geral, tem um valor intangível, baseado na venda de experiências, o que propõe aos consumidores uma nova relação com os produtos. A ideia é consumir menos para consumir melhor, seja conhecendo as pessoas de quem você compra ou incentivando negócios sustentáveis e com preocupação ambiental.

2 ECONOMIA CRIATIVA EM NÚMEROS (alguns destaques em relação à análise realizada pela FIRJAN).

De acordo com o documento Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil, publicado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) em dezembro de 2016, sob a ótica da produção, a área criativa se mostrou menos impactada ante o cenário econômico adverso do período 2013-2015, quando comparada à totalidade da economia nacional: a participação do PIB Criativo estimado no PIB Brasileiro cresceu de 2,56% para 2,64%.21, como resultado, a área criativa gerou uma riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira no último ano, valor equivalente à soma dos valores de mercado das marcas Facebook, Zara e L' Oréal32 reunidas.  (Para conversão de valores, foi utilizado o dólar médio de 2015. Logo, R$ 156 bilhões equivalem aproximadamente a US$ 47 bilhões)
Sob a ótica do mercado formal de trabalho, a Indústria Criativa era composta por 851,2 mil profissionais formais em 2015. Na comparação com 2013, os criativos cresceram 0,1%, variação relevante diante do encerramento de quase 900 mil postos de trabalho no total do mercado de trabalho (-1,8%). Como consequência, no período adverso, os profissionais criativos aumentaram sua participação no mercado de trabalho (1,8% em 2015 ante 1,7% em 2013), o que reforça o papel estratégico da classe criativa na atividade produtiva.
Todas as unidades federativas tiveram remuneração dos trabalhadores criativos superior à média do mercado de trabalho brasileiro em 2015, o que confirma a valorização desses profissionais na economia. A diferença entre a remuneração média brasileira (R$ 2.451) e a remuneração da classe criativa variou de 40% a mais no Ceará (R$ 3.424) a 300% a mais no Rio de Janeiro (R$ 9.826).

No âmbito estadual, São Paulo e Rio de Janeiro concentram não apenas o maior número de trabalhadores como também os mais bem remunerados da área de Cultura no país. Em São Paulo estavam registrados 20,4 mil trabalhadores em 2015 (+6,0%, em relação a 2013), com remuneração média de R$ 3.525 (-0,6% no mesmo período), ao passo que no Rio de Janeiro são 8,1 mil trabalhadores (+8,6%) com remuneração média mais elevada (R$ 4.927), ainda que tenha ocorrido forte recuo em termos reais (-9,2%). Em termos relativos, Paraíba (17,1%) e Alagoas (16,2%) têm participações da Cultura maiores do que duas vezes a representação média nacional (7,8%).

Em comparação com 2013, os maiores aumentos reais de salário ocorreram justamente nos segmentos que apresentaram menor remuneração: Música (+9,6%), Expressões Culturais (+4,3%), Moda (+3,7%) e Audiovisual (+0,8%) – fato que aponta para a redução da desigualdade da renda entre os segmentos criativos.

Enquanto o rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro foi de R$ 2.451 em 2015, o dos profissionais criativos atingiu R$ 6.270. Mesmo com pequeno recuo em relação ao observado em 2013, os trabalhadores criativos continuaram recebendo vencimentos pouco mais de duas vezes e meia superiores aos empregados formais brasileiros. Inclusive, todas as quatro áreas criativas apresentaram remuneração acima da média dos trabalhadores formais do Brasil. Essa remuneração mais elevada tem relação direta com o nível de qualificação e a especificidade do trabalho criativo. A Indústria Criativa demanda trabalhadores com grau de formação e especialização cada vez mais elevado. Criativos gostam de desafios e são remunerados por isso.

3 PROFISSÕES CRIATIVAS QUE MAIS CONTRATARAM NO PERÍODO         

 Apesar do cenário econômico adverso presente no Brasil no período de 2013 a 2015, determinados profissionais se destacaram por terem sido muito procurados pelo mercado. Entre as profissões criativas que mais cresceram no período, algumas estão diretamente relacionadas à agregação de valor e valorização da experiência do consumidor: analista de mercado (+5.959), chefe de cozinha (+4.060), visual merchandiser (+1.751), analista de negócios (+1.561) e designer de moda (+865). Juntas, tais profissões geraram mais de 14 mil novos postos de trabalho, número ainda mais eloquente diante do cenário de encerramento de quase 900 mil postos no total do mercado de trabalho e que reafirma a tendência de olhar para o consumidor como ainda mais estratégica em momento de crise. A tecnologia da informação e comunicação (TIC) – com o aumento de 4.626 postos de gerentes, 2.057 de programadores e 976 de engenheiros – também reforça seu importante papel na geração de novos produtos e ampliação do conhecimento do consumidor.

Destaque, ainda, para o segmento de Biotecnologia, com o acréscimo de 2.654 vagas para biomédicos, decorrente da tendência de aproveitamento de riquezas do Brasil. 

Segundo o estudo, mais uma vez, houve crescimento da renda acima do resultado total do mercado de trabalho brasileiro nos segmentos de Moda, Música, Expressões Culturais, Audiovisual e TIC. Com isso, manteve-se a tendência de redução da desigualdade da renda do trabalho entre os segmentos criativos observada em mapeamentos anteriores. Este movimento justifica-se tanto pela própria formalização do trabalho nesses segmentos como pelo progressivo aumento da exigência de profissionais mais qualificados.

Concluo reforçando que a um dos vetores da inclusão social no Nordeste, passa pelo Cultura, na Economia Criativa. Nossas manifestações culturais são ricas e variadas. Porém, nem sempre são valorizadas como disseminadoras de saberes importantes ou como fonte de renda. No caso de cultura popular, por exemplo, há um certo descrédito quanto a sua contribuição social e econômica. Reforçar economicamente grupos culturais, microempresas criativas, interiorizar recursos, inserir mais e mais os nossos temas nas escolas, promover eventos culturais e incluir comunidades, deveriam ser temas prioritários nas agendas dos governos  e empresas que se dizem responsáveis socialmente. 

Imagem Fonte: https://deolhonacarreira.com/2016/06/17/projetos-inovadores-de-economia-criativa-fazem-sucesso-no-mercado/

[1] *Fonte: Bens e serviços de valor intangível são o foco da economia criativa, que se baseia na venda de experiências*, disponível em - https://www.ecycle.com.br/economia-criativa-sebrae-john-howkins-unctad.html