segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Líderes que sabem extrair o melhor de suas equipes

 

                                                       imagem: abcpnl.com.br

Esse texto baseado em https://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2020/10/8-caracteristicas-dos-chefes-que-extraem-o-melhor-de-suas-equipes.html, mostra que comunicar-se claramente e demonstrar que se importa com o time são algumas atitudes de bons líderes. Porém existem outros comportamentos que estimulam os funcionários e os motivam a realizar bons trabalhos e atingir excelentes resultados.

Com as mudanças significativas nos negócios e incertezas em meio à pandemia, os líderes têm um papel muito importante para fazer com que seus funcionários colaborem mais.  Precisam mostrar, principalmente, coragem, empatia e confiança.

O medo do futuro, as incertezas em relação à sua colocação na empresa, o  receio de perder benefícios oferecidos  pela empresa e o pior perder, até, o próprio emprego, são fatores que provocam nas pessoas a desmotivação, instabilidade emocional e insegurança. Cabe ao líder tentar reverter essa situação e apoiar sua equipe nesse momento de crise. 

Segundo Angela Kambouris, coach de liderança, da Entrepreneur, "as práticas de liderança podem determinar como as equipes se sentem, observam e se apoiam em tempos de crise e ambiguidade. Sua equipe se lembrará de como foi liderada ao longo deste período”. Na visão dessa profissional, existem oito medidas que podem ajudar os líderes a causar um impacto positivo neste período:

1. Comunicação clara - Palavras e ações de um líder podem ajudar os funcionários a se sentirem seguros. “Os líderes devem dar às pessoas o que elas precisam, quando precisam”, diz Kambouri, que acrescenta que eles devem se comunicar com clareza e com frequência, mantendo a transparência e ajudando as pessoas a entender tudo o que aconteceu.

2. Fortalecer a química da equipe - Uma equipe bem entrosada faz toda a diferença, e isso pode ser alcançado de formas simples. Uma delas é separando alguns minutos no início de uma reunião para encontrar interesses comuns, refletir sobre os sucessos alcançados, compartilhar histórias pessoais e o que as pessoas estão assistindo na Netflix. Também é possível criar uma sala para tomar água e café enquanto os funcionários podem conversar sobre esportes e falar sobre os memes mais recentes.

Os líderes podem compartilhar suas histórias pessoais para estimular conversas sobre desafios e mostrar que também são humanos.

3. Conversa individual - Por meio de reuniões individuais, você pode criar um ambiente em que conhecerá seus funcionários em um nível mais profundo. A coach sugere fazer perguntas como: o que é mais importante na função atual; como o funcionário descreveria um ótimo dia; o que o deixa orgulho no trabalho; qual iniciativa ele gostaria de liderar.
Essas respostas podem identificar práticas e desencadear ações que são importantes para a equipe.

4. Liderança responsável - A falta de responsabilidade dentro de uma equipe prejudica toda a produtividade. “Os indivíduos precisam saber o que eles e o grupo são responsáveis ​​por entregar”, diz Kambouri.

Os líderes precisam explicar o motivo de os funcionários estarem gastando seu tempo com determinado trabalho e a importância disso. Ao definir expectativas claras, os membros da equipe têm clareza sobre os padrões e os resultados — e essa conversa precisa ocorrer mais de uma vez.

5. Um bom líder é um mentor - Não basta apenas dizer o que fazer: é preciso saber orientar também. Um líder que também é um mentor pode ser a salvação para um time. Por meio de reuniões semanais de equipe, os líderes exploram quais obstáculos precisam ser removidos, fornecendo um feedback equilibrado sobre o que deu certo e como é possível aprender com as experiências. 

6. Conversas de liderança - A saúde mental não pode ser deixada de lado, especialmente em um momento de incerteza como o que vivemos agora com a pandemia. À medida que as pessoas voltam para o local de trabalho, podem continuar a ter confusão sobre o que está por vir. “Os líderes podem oferecer espaço e tempo para que todos os funcionários falem sobre a incerteza que sentem, reflitam sobre o que mudou para eles e as lições valiosas que aprenderam sobre si mesmos e seu trabalho durante esse período”, diz Angela Kambouris.

7. Invista em planejamento de sucessão - Também vale mostrar para os funcionários que você investe no desenvolvimento deles para um futuro dentro da empresa na organização. A prática pode levar a aumentos no engajamento e minimizar a rotatividade dos membros da equipe.

8. Um modelo único de trabalho não funciona para todos - Deixar o funcionário decidir se ele retornará ao escritório ou continuará em home office é uma forma de respeitar a diferença de personalidade das pessoas. Os líderes podem conduzir discussões para saber como as pessoas se sentem em relação ao retorno ao local de trabalho — assim como os benefícios e os riscos disso. Para isso, eles devem procurar saber como as pessoas se sentem no momento. De acordo com Angela Kambouris: “Por meio de conversas individuais e discussões em equipe, os líderes podem explorar quais estratégias podem ser adotadas para apoiar a inclusão”.

                                          Liderança é ação, e não posição.
                                                                 Donald McGannon

                                                         imagem:ibccoaching.com.br

E você? Está preparada(o) pra ser líder?

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Conflitos: como Jeff Bezos lida com a discordância entre funcionários

     Tomar algumas decisões não é fácil. Garantir que todos concordarão com elas, também não. Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, encontrou uma maneira de lidar com a discordância entre membros de uma equipe.

Trata-se de uma frase simples com apenas três palavras. A dica foi compartilhada por Bezos em uma carta anual aos acionistas em 2017.

 

Um artigo publicado no portal Inc.com traz um exemplo de sua aplicação quando o conflito ocorre entre áreas diferentes do negócio. De acordo com o exemplo, a discordância pode ocorrer entre as áreas de vendas e marketing, ou seja, preços mais baixos tendem a converter mais vendas, o que agrada ao time de vendedores. Contudo, um preço alto pode reforçar o encanto sobre um produto premium e exclusivo – objetivo do time de marketing. Cabe ao líder tomar a decisão.

Para superar conflitos assim, Bezos introduziu um truque linguístico: a frase "discordo e me comprometo". O site destrinchou a colocação, explicando a função de cada palavra:

1. "Discordo..." Muitas pessoas acreditam que a tomada de decisão deve se basear na criação de consenso. Contudo, o objetivo não é convencer a todos. Na verdade, a revisão de fatos e a tomada rápida de decisões é que devem nortear a escolha. Ocasionalmente, você cometerá erros. Porém, ao discordar de maneira aberta, permitirá que as pessoas deixem suas oposições registradas e sigam em frente para ajudar a equipe rapidamente.

 

        2. "... e ..."

A presença da conjunção indica que não se trata apenas do “concordar em discordar”. Há algo mais importante a ser adicionado.

 

        3. "... me comprometo"

O objetivo não é um acordo: é uma ação combinada e coordenada. Esse trecho consiste no compromisso implícito dos membros da equipe que podem ter discordado: "Eu poderia ter tomado uma decisão diferente se fosse a autoridade final. Porém, reconheço que tomamos outra decisão e farei o meu melhor a partir disso", exemplifica o texto.

 

 
Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon

Quanto a tomar decisões, Bezos tem a "regra dos 70%" , que é um guia para tomar decisões mesmo sem ter todas as informações necessárias. Saiba como praticar esta técnica do fundador da Amazon. Existem companhias que tomam decisões rapidamente e se arrependem. Outras demoram para se decidir e também enfrentam o fracasso.  Jeff Bezos, segue uma regra que soluciona essas duas situações. Ele toma decisões pela "regra dos 70%". 

Segundo o site americano Inc.com o empresário reconhece que os empreendedores nem sempre têm acesso a todas as informações em que poderiam basear uma decisão e que, na maioria dos casos, esperar por elas é um problema. "A maioria das decisões deveria ser tomada com cerca de 70% das informações que você gostaria de ter. Se você esperar pelos 90%, você provavelmente está sendo lento demais", afirma Bezos.

Saber se você já tem 70% das informações é a parte mais difícil. É uma questão de experiência e de tempo até você descobrir quando é a hora para tomar decisões ou esperar.

Pense se você tem cerca de 70% dos dados necessários antes de ir a uma reunião. Por exemplo, você analisou prós e contras que alguma decisão teria no seu negócio e qual o tamanho da oportunidade?

Considere também o risco de estar errado. Como diria Jeff Bezos se você tem certeza de que está tomando a decisão correta, provavelmente perdeu tempo.

 

E você, como toma suas decisões? 

Conta aqui nos comentários.

 

 

Baseado em:

https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/Gestao-de-Pessoas/noticia/2020/08/o-truque-de-jeff-bezos-para-lidar-com-discordancia-entre-funcionarios.html

https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2020/07/todas-empresas-devem-seguir-esta-regra-de-jeff-bezos.html

domingo, 9 de agosto de 2020

A Síndrome do Sapo Fervido

                                       

    A primeira vez que li sobre essa experiência foi no livro a Quinta Disciplina, do Peter Senge. Lá nos idos da década de noventa, porém o texto e a situação que nele está descrita, é bem atual e nunca perde sua finalidade, porque, como profissionais, estamos expostos sempre a uma “panela de água fervendo” e só nos resta, ficarmos parados, estagnados e infelizes ou pularmos para procurar outros caminhos.  

         Após conhecer a história pense em quantas vezes você se sente (ou já se sentiu) como um sapo fervido.

A experiência foi relatada mostrando que ao aquecer uma panela com água até o ponto de fervura e depois jogar um sapo vivo dentro dela, o sapo rapidamente pula fora, pois o choque térmico faz com que ele reaja instantaneamente para não morrer escaldado...ele nem pensa, apenas cai fora daquela situação de risco.

Em outra panela é colocado um novo sapo, mas água está em temperatura ambiente. Liga-se o fogo e a água vai aquecendo, aquecendo e o sapo confortável nem percebe que se ele ficar vai morrer cozido... este é o fato: ele não percebe e morre.

 Ele fica naquela zona de conforto do “quentinho e agradável”, como muitos de nós no cotidiano. Concorda? Acontece numa relação desgastada que não queremos perceber, numa empresa que não nos respeita ou numa equipe em que o gestor também não respeita e não favorece a criatividade e o desenvolvimento das pessoas. Temos pensamentos do tipo: “ah, eu conheço o serviço”, ou “estou aqui a tanto tempo que sei fazer de olhos fechados”, “aqui sempre foi assim”, ou ainda “pra que mudar agora?”, esse pensamento revela a síndrome do sapo fervido.

A maioria dos seres humanos busca conforto. É legítimo, mas não se acomode. Quando vamos mantendo a sensação do “quentinho e agradável” sem querer mudar ou progredir é que o problema aparece. Vem o medo da mudança. O medo de não dar certo. O medo de tentar diferente. O medo de não conseguir. O medo do novo, do diferente, do risco e a acomodação.

Já se sentiu assim alguma vez? O fato é que estamos vivendo uma época de mudanças cada vez mais rápidas e aquelas pessoas que não pulam fora no momento certo acabam se acomodando a velhas ideias e atitudes. Correm o sério risco de ficarem obsoletas, ultrapassadas e chatas. E, como no livro do Senge, morrem (como os sapos) inchadinhas e felizes, sem se mexerem.


Algumas dicas para pular logo da panela, ou seja, sair da síndrome do sapo fervido:

 1.           Estude, estude e estude;

2.           Procure se desenvolver por meio de cursos e leituras;

3.           Questione, mas sem ser aquela pessoa que é “do contra” sempre;

4.           Reflita sobre temas e questões relevantes.

5.    Saiba ouvir, mas também tenha a coragem de opinar e de propor suas considerações a respeito de algum assunto.

6.           Seja mais curioso e arrisque de vez em quando!

7.           Vá em busca do novo!

 As escolhas estão sempre em suas mãos.

Sempre estiveram e sempre estarão.

Pense nisso!

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Imagem google imagens; pesquisa: Administradores.com



terça-feira, 28 de julho de 2020

10 perguntas usadas por líderes interessantes para iniciar uma conversa

comunicação é uma habilidade fundamental para todo empreendedor. E não apenas em ocasiões como exposições de projetos ou apresentações: ao falar com novos clientes e empregados, por exemplo, é importante ser interessante e gerar engajamento.

Mas como manter o interesse do interlocutor? Para causar uma boa primeira impressão você deve, por exemplo, ser breve e ir direto ao ponto.

É o que sugere o empreendedor Marcel Schwantes .. “Se você sabe que fala devagar e faz muitas pausas para reunir seus pensamentos, acelere o ritmo do diálogo. Do contrário, vai perder o ouvinte”, escreve.

 

Também é preciso demonstrar suas emoções. Para isso, Schwantes sugere a variação de tom, entonação e volume da voz durante a fala, para destacar diferentes significados na sua narrativa.

 

linguagem corporal também merece bastante atenção: sorria e dê risada daquilo que for engraçado. Boa postura e o ato de inclinar-se para demonstrar interesse são outras boas aliadas.

Mas Schwantes destaca que a melhor maneira de fazer as pessoas gostarem mais de você é iniciar as conversas com as perguntas certas. A chave é colocar o foco no outro. “As pessoas querem ser vistas e ouvidas”, afirma o empreendedor.

Ele reuniu 10 perguntas que podem dar uma guinada na sua próxima reunião. Fazê-las pode ajudar a ter conversas mais profundas. Veja abaixo.

1. Qual é a sua história?

2. O que te deixa muito animado?

3. O que te faz sorrir quando você acorda?

4. O que te faz levantar da cama?

5. Qual a razão da sua existência — seu “por quê”?

6. Qual é a coisa mais importante que eu deveria saber sobre você?

7. Qual você acha que é o fio condutor da sua vida?

8. Qual foi um dos momentos de  mais decisões da sua vida?

9. Qual foi melhor coisa que te aconteceu este ano?

10. Qual foi a última vez que você falhou absurdamente em alguma coisa?

disponível em: https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/Gestao-de-Pessoas/noticia/2020/07/10-perguntas-lideres-interessantes-iniciar-uma-conversa.html

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Palestra gratuita: Marketing Digital para Músicos

A AMAPE-Associação Multi Artística de Pernambuco, proporcionará a "Marketing Digital Para Músicos", com a experiente profissional pernambucana Jackeline Queiróz.
A inscrição é gratuita conforme informado no link abaixo e você, artista da música brasileira e de outras linguagens, não pode perder essa excelente oportunidade.
Inscreva-se já para assistir a palestra que acontecerá no dia 25 de julho próximo, sábado, a partir das 16:00hs.

Para se inscrever Gratuitamente na palestra online de Marketing Digital para Músicos 2020, preencha esta pesquisa, clicando no link abaixo.* 



Vai perder????

domingo, 12 de julho de 2020