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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

VIDA POSITIVA


Principais dicas para melhorar a qualidade do nosso status pessoal e contribuir para uma vida positiva*:

DICA 1: Agradeça sempre a Deus por tudo o que você é e tem.
DICA 2: Pratique regularmente uma atividade física.
DICA 3: Tome sempre um bom café da manhã.
DICA 4: Seja assertivo.
DICA 5: Gaste seu dinheiro em viagens, cursos e aprendizado.
DICA 6: Enfrente seus desafios, não fuja deles.
DICA 7: Coloque em todos os lugares boas memórias, frases e fotos de seus entes queridos.
DICA 8: Sempre cumprimente e seja bom com as outras pessoas.
DICA 9: Use sempre sapatos confortáveis.
DICA 10: Cuide da sua postura.
DICA 11: Ouça boa música e leia bons livros.
DICA 12: O que você come tem um impacto direto na sua saúde e no seu humor.
DICA 13: Cuide-se e sinta-se atraente.
DICA 14: Finalmente, acredite em Deus, pois, com suas bênçãos, nada é impossível.
  
"A felicidade é como um controle remoto, perdemos sempre, ficamos loucos procurando por ele e muitas vezes, sem saber, estamos sentados em cima dele."



*Fonte: Aula de Psicologia Positiva ministrada por Shahar

Imagens: google imagens

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Tudo é... Está tão desigual.

Pessoal, achei esse texto muito bom. Resolvi compartilhar para conhecimento e , acima de tudo, uma reflexão sobre o tema.

Aproveitem a leitura!



"Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido". Charles Chaplin (Filme O GRANDE DITADOR )

Tudo é... Está tão desigual.



Por Alessandra Leles Rocha


Na semana em que acontece o Fórum Econômico Mundial 1, em Davos, nos Alpes Suíços, foi também divulgado o relatório de 2018 da Oxfam 2, o qual aponta que 82% da riqueza mundial gerada no ano de 2017 ficaram com 1% da população 3. Portanto, nada mais oportuno do que refletir sobre a redução da pobreza e da desigualdade entre os seres humanos.  
De fato, ninguém é igual a ninguém. Somos diferentes, comportamental e biologicamente falando; mas, na medida de nossas demandas e aspirações somos sim, iguais. Queremos nascer, crescer, reproduzir, envelhecer no contexto de um pacote que inclui dignidade, felicidade, oportunidade, igualdade, liberdade, fraternidade, enfim... No entanto, o que parece nos afastar dessa possibilidade, talvez, não seja propriamente a falta de recursos financeiros; mas, a desigualdade que se aflora na construção das relações humanas.

Ao estabelecer as hierarquias na sociedade, os seres humanos deram o pontapé inicial da desigualdade. A compreensão de que uns eram mais ou melhores do que outros permitiu a construção de uma relação desigual, desarmônica e de violência (algumas vezes, extrema) entre os indivíduos. Partindo da divisão social do trabalho, a capacidade produtiva e o tipo de função laboral passaram a designar o grau de importância, de respeito, de poder, de riqueza, o qual cada ser humano desfrutaria na sociedade; como, se na verdade todos não fossem igualmente fundamentais.

A grande questão é que poucos, de fato, sentiram-se ou sentem-se desconfortáveis, incomodados dentro desse modelo. A força do hábito, da práxis, parece ter banalizado ou trivializado essa desigualdade ao ponto de invisibilizarmos algumas pessoas, como se elas não pudessem ou não tivessem o direito de serem computadas no âmbito da sociedade. Lamentavelmente, vive-se em um mundo onde opera a lei do “vale quanto pesa”.
Reverencia-se o status, o poder, de tal forma que não se questiona o que eles escondem e/ou omitem; por isso, parece tão difícil romper com o discurso do fim justificando sempre os meios.  Sem que se dê conta de toda a complexidade que reveste os meandros dessa relação, a sociedade ensandecida não percebe a perversidade a qual está constantemente submetida, ou seja, ela é cada vez mais espoliada, humilhada, massacrada em nome do TER.
 
A noção da necessidade, da prioridade, perde cada vez mais espaço no contexto da civilização do consumo. Para consumir é preciso dinheiro. Muito, sempre, cada vez mais. Não são os sonhos, os ideais, os projetos de vida que movem essa sociedade consumista; mas, um fastio constante e renovado a novas ofertas de bens e serviços, que vendem falsas promessas, quinze minutos de fama, ascensão e inclusão social num piscar de olhos.

Enquanto se deslumbra, a humanidade se torna alvo fácil da exploração em massa. Quanto mais ela quer, mais o seu poder aquisitivo é insuficiente. Então, o círculo vicioso se consolida. Sem perceber, milhões de pessoas trabalham exaustivamente para materializar o TER de uma minoria seleta. Chegam ao ponto, em alguns casos, de abdicar da própria dignidade, da sobrevivência humana mais elementar, para correr atrás de satisfazer os ditames impostos na mídia das celebridades.

Escravos dessa dinâmica social; mesmo assim, arrogantes o bastante para se colocar na posição de superioridade frente aos seus pares. De medir com crueza a insignificância de quem está ao seu redor. De sentir prazer em ser reverenciado por aqueles a quem julga em posição de inferioridade e subserviência. Resquícios do “beija mão”? Talvez...
O problema é que a inconsciência diante da desigualdade (seja ela voluntária ou involuntária) ela aponta para um afrontamento aos direitos humanos. Direitos e deveres passam a não ter o seu caráter igualitário dentro da sociedade, a partir do estabelecimento de vieses e prerrogativas que fazem de alguns, exceção.  É o próprio coletivo social que, de repente, se sujeita a aceitar com naturalidade esse tratamento diferencial, com base em critérios bastante questionáveis.
Você já deve ter ouvido, por exemplo, que, tudo bem, pessoas capazes de pagar por um plano de saúde tenham assistência médica de melhor qualidade. Quando, o que se esperaria ouvir é a necessidade de todos terem a mesma qualidade de assistência médica; inclusive, porque, o atendimento público é fruto da contribuição tributária de todos os cidadãos. Mas, isso não acontece, porque uma grande parcela da população vê na possibilidade de poder pagar por um serviço, uma forma de status, de superioridade social.

Do mesmo modo, acontece com a realidade do sistema prisional. Não há uma indignação sistêmica contra a realidade do cárcere no Brasil, onde pessoas são amontoadas de maneira desumana em espaços mínimos, aguardando o desenrolar de processos que se arrastam no volume das demandas dos tribunais. No entanto, veem-se manifestações a respeito, quando se tratam de presos ligados aos chamados “crimes do colarinho branco”, sob a alegação de que seus direitos humanos estão sendo desrespeitados.  
Ou, com a realidade da fome. Enquanto torcem o nariz para os relatos dramáticos da fome nas regiões mais miseráveis do planeta, onde a população esquálida vive os horrores da fome e da subnutrição, seres humanos se voluntariam à neurose da imagem corporal perfeita, mesmo ao custo da imersão nos graves transtornos alimentares que isso pode causar. A fome, nesse caso, se relativiza pela beleza, pelo status, pela aceitação social, como se isso pudesse ser aceitável. E assim, tantos outros episódios no cotidiano, me levam a pensar que o posicionamento diante da desigualdade é muito parcial.

Desse modo, a desigualdade aponta para uma necessidade cada vez maior de ídolos. Formando opinião ou influenciando mentes e comportamentos, há pessoas desfrutando de legiões de seguidores hipnotizados, robotizados, em busca de ser, ou melhor, de pensar como elas. Na verdade, não se trata de uma inspiração visando compartilhar aspectos éticos, morais, filosóficos do indivíduo; mas, uma reprodução (quase caricata) daquele personagem, daquele modelo de padrão de vida ostentado nas mídias.
Bom, epidemias matam. Fome mata. Miséria mata. Armas matam. Guerras matam. Ódio mata. Intolerância mata. Ignorância mata. Alienação mata. ... Enfim, o ser humano mata. Diante dos fatos, creio que a desigualdade é mais um fruto da nossa razão; exatamente aquilo que nos difere dos animais. Nosso livre arbítrio sobre o pensamento, nossas escolhas, nossos valores,... parece ser a pior de todas as ciências e tecnologias de destruição em massa.
De repente, abdicamos de nós, abdicamos do mundo, permitindo que algo ou alguém nos guiasse e nos transformasse em seu escravo “fiel e devotado”. Assim, adquirimos a ilusória sensação de não sermos responsáveis pelos horrores, pelas tragédias, pelos atos e pelas omissões cometidas com o auxilio voluntário (ou não) de nossas mãos. Apenas, nos agregamos em nossas pseudo castas.

Temos justificativas injustificáveis para tudo. Pena, que não são capazes de alterar ou de mascarar a visão que nos chega pela janela da casa ou das tecnologias; nem tampouco, de rebater a nossa inércia em favor da transposição dos abismos que nos fazem indignos da nossa complexidade humana, da nossa razão.  Afinal, tudo está tão... Desigual.


2 A Oxfam Internacional foi formada em 1995 por um grupo de organizações não governamentais independentes. Seu objetivo era trabalhar em conjunto para um maior impacto no cenário internacional para reduzir a pobreza e a injustiça. https://www.oxfam.org/en/countries/history-oxfam-international

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Mais um ano chega ao fim...

Mais um ano chega ao fim e esperamos que o espírito de Natal venha para suavizar os nossos dias e trazer luz e alegria para as nossas vidas. 
Nessa época também podemos celebrar todas as conquistas vividas e os objetivos alcançados. É o tempo da virada e de planejar o ano seguinte melhor do que este que está acabando. Vamos olhar para frente, com determinação e otimismo, procurar levar todas as lições, boas ou ruins, para transformar nossa vida em novos ciclos, sempre!
Podemos, então, aproveitar o momento para renascer, como profissional e como pessoa. Tirar de dentro de nós aquele sorriso mais sincero, aquele abraço mais amigo e aquele olhar ao próximo mais sensível.

Desejo que o novo ano traga energia e boas vibrações aos nossos corações e nos faça refletir sobre tudo o que fizemos, para que possamos nos transformar, cada vez mais, em pessoas melhores. 

                           googleimagens

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Em um só dia - Cultura – Língua Portuguesa e Cinema!!

            Cinco de novembro é um dia de festa para a cultura brasileira. E não só por ser o Dia Nacional da Cultura, mas também o da língua portuguesa e o do cinema brasileiro.


Dia da Cultura
Instituído por meio de Lei Federal, em 1970, é uma homenagem ao jornalista, político, jurista e intelectual Rui Barbosa. A data foi escolhida por ser o dia do nascimento de Barbosa, que foi importante defensor das liberdades civis.


 Língua Portuguesa
Origem do Dia Nacional da Língua Portuguesa
No Brasil, o Dia Nacional da Língua Portuguesa foi criado a partir do decreto de lei nº 11.310, de 12 de junho de 2006, estipulando a celebração para o dia 5 de novembro.
A escolha desta data é uma homenagem ao escritor e político brasileiro Ruy Barbosa, que nasceu em 5 de novembro de 1849, e é considerado um grande estudioso da língua portuguesa.
O idioma português, é o sexto idioma mais falado no mundo, presente em nove países como língua oficial e em quatro continentes. A expectativa é que, em 2050, 337 milhões de pessoas falem o idioma.

Cinema Brasileiro
O Dia do Cinema Brasileiro também é celebrado em 5 de novembro, em homenagem à primeira exibição pública de cinema no País, realizada no Rio de Janeiro em 1896.
No Brasil, as salas de cinemas estão presentes em todos os grandes centros urbanos e os filmes de comédia, de dramas sociais e biografias são os que mais levam telespectadores aos cinemas.

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Fonte:

Ministério da Cultura
Google imagens



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Me Leve, Leve

Me leve
leve como pluma
leve desejar.
Me leve
leve com você
simples sonhar
forte abraçar
leve na vida
vida fadiga
caminho sem par.

Me leve
leve com você
desde que te quero
desde que te tenho
levo metade
leve penar
velo por ti
velo por mim
só te levo
no meu leve pensar.
Me levas no olhar
e me deixas no silêncio...
no chorar...
esperando... 
no simples desejar.

(Carmen Lúcia Couto)

google imagens 

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

EVOCANDO O FREVO DE BLOCO na UFPE

EVOCANDO O FREVO DE BLOCO: Coro e Orquestra de Frevo de Bloco & convidados

No dia 5 de outubro, as 19:00h, o Centro de Artes e Comunicação (CAC), da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE - irá sediar o Coro e Orquestra de Frevo de Bloco & convidados, evocando a raiz do ritmo. 
Com direção musical de Lúcio Sócrates, o evento é aberto ao público e será realizado no hall de entrada do prédio.

Compareçam!!!!