Páginas

quinta-feira, 18 de abril de 2013

CONFIANÇA (Carmen Lúcia Couto)

 
A maior prova de amizade e amor é a confiança! E a maior prova da confiança é a amizade e o amor!

 

A postagem desse final de semana comenta sobre um sentimento que é a base de qualquer relacionamento, seja esse profissional ou pessoal, a CONFIANÇA.
Inicio com um trecho do poema Borboletas, de Mário Quintana, que diz: ...as pessoas não se precisam, elas se completam... Não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida... (acrescento) e compartilhar segredos. Quem compartilha segredo com seu par ou guarda deste um grande segredo, torna-se cúmplice do outro, então a confiança deveria surgir na relação naturalmente.

Afinal procuramos depositar no outro a crença de que somos dignos dessa confiança. Quando isso não acontece, entende-se que o relacionamento não amadureceu ainda e, pior, é apenas superficial, mas se nos aproximamos e estreitamos mais os laços, fortalecemos essa confiança. Segundo o Dicionário Aurélio, CONFIAR é ter confiança, acreditar, ter fé, confidenciar, por ou ter confiança (em alguém ou alguma coisa), dentre outros. A convivência com o próximo nos faz, aos poucos, adquirir esse sentimento e acreditar que o outro é digno de receber nossa confiança.

A confiança anda de mãos dadas com a verdade e, quando essa verdade vem à tona, sem o conhecimento do outro, “trinca” o relacionamento.

Infelizmente nós não podemos “fabricar” confiança. Por mais que nos esforcemos em cultivar um relacionamento, não conseguiremos despertar o sentimento de confiança nas pessoas com as quais convivemos. Isso, por vezes, nos deixa tristes e com um peso de “inutilidade” naquilo que achávamos que poderia ser uma parceria.
A confiança, na verdade, é fruto de um relacionamento em que sabemos que somos amados, queridos e, até, lembrados. Ela é um sentimento decorrente de expressões de amor; é a consequência de atitudes de afeto, carinho, cuidado, compreensão e atenção, que trocamos com as pessoas com as quais convivemos.
Sendo assim, as atitudes de amor e cumplicidade vão desenvolvendo o sentimento de confiança mútua, onde passamos a conhecer o caráter, a personalidade, o comportamento do outro, a ponto de saber previamente qual será a reação diante de determinada circunstância. 
O que acontece também é que muitas vezes somos tão corretos em nossa forma de agir, que acabamos querendo impor ao outro, quase que por obrigação, que confie em nós. E quando isso não acontece, nos decepcionamos, mas não devemos nos sentir culpados por isso, porque é difícil explicar e entender a ação CONFIAR.
Então quando olhamos para dentro de nós mesmos e começamos a analisar qual o nível de confiança que o outro conseguiu (ou não!) desenvolver em nós, passamos a entender que, somente quando existe uma forte ligação, os laços de confiança se formarão e ficarão cada vez mais firmes. Enquanto não tivermos a certeza, se somos ou não amados, ou passamos essa certeza, infelizmente teremos dificuldades para conseguir uma confiança integral e genuína da outra parte. É uma pena, pois, nesse caso, a insegurança poderá prevalecer sobre qualquer sentimento e abalar o relacionamento.


 __________________________
(Fonte: google imagens e  Sonia Valério da Costa  - Confiança, sentimento a ser trabalhado – reflexão produzida com base no livro A Cabana)

domingo, 7 de abril de 2013

Demitido por Si Mesmo

A demissão de um colaborador é uma coisa que inevitavelmente acontece ou irá acontecer em qualquer organização. Por uma razão ou outra a demissão nunca é algo agradável tanto para quem é demitido quanto para quem demite.
Existem algumas formas de demissão como: sem justa causa, por justa causa e por pedido de dispensa. A primeira reação de quem é demitido é procurar culpados, encontrar erros e justificar suas falhas.
Com o passar do tempo e com a experiência que ganhamos com o relacionamento com clientes em todo o Brasil chegamos a conclusão de que: Com raras exceções, normalmente é o funcionário que acaba demitindo a si mesmo!
Parece uma coisa óbvia ou até mesmo antagônica, mas é a pura verdade. Pense por um instante nestas questões:
Qual gerente de vendas seria louco o bastante para demitir o seu campeão de vendas?
Qual administrador iria demitir um funcionário com alta produtividade, eficaz e que “veste a camisa da empresa em que trabalha”?
Qual empresa iria demitir um colaborador que é “um show” no atendimento e que sempre esta angariando mais clientes para sua carteira?
Como já dissemos, existem exceções. Um gerente pode demitir um colaborador por ciúmes, por medo de perder seu cargo, por um erro de avaliação, etc. Empresas abrem, empresas fecham suas portas diariamente em todo o Brasil, e um bom funcionário pode acabar ficando sem seu emprego por uma mudança de mercado ou até mesmo a falência da sua organização. Mas o que queremos dizer é que muitos acabam direcionando as coisas para a sua própria demissão.
Como demitir a si mesmo?
Demitir a si mesmo é simples. Basta não cumprir a meta, não atender bem seus clientes, não gostar de trabalhar em equipe, faltar com ética, falar mal da sua empresa lá no barzinho da esquina, não ser produtivo ou basicamente ser um funcionário mediano.
Como manter o seu emprego?
Faça sempre mais do que as pessoas imagina, supere as expectativas, crie momentos mágicos e não trágicos para seus clientes e conquiste resultados positivos para seu empregador.
Pense nisso e afine-se para o sucesso!
Fonte: Autor Fabiano Brum- Disponível no www.ogerente.com