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terça-feira, 26 de junho de 2012

O QUE REALMENTE NOS IMPORTA? Uma boa reflexão



Achei esse texto interessante e posto hoje para uma reflexão. 
As vezes passamos por momentos na vida em que questionamos: está valendo, realmente, a pena?
Então, quando lemos algo assim, percebemos como são inúteis certos esforços para se manter um relacionamento, uma amizade e, até, um emprego, ou seja, coisas que só trazem energia ruim e nos fazem sentir “amassados” e “pisoteados”.
Mas ai, quando  paramos, refletimos e percebemos o valor que temos, os problemas e as pessoas negativas ao nosso redor tornam-se bem pequenos. Aparências duram pouco e cedo ou tarde a máscara cairá.
Aproveitem a leitura!
Carmen   

O QUE REALMENTE NOS IMPORTA?

Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$ 100,00.

Ele perguntou: “Quem de vocês quer esta nota de R$ 100,00?” Todos ergueram a mão...
 
Então ele disse: “Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro, deixem-me fazer isto...” Então, ele amassou totalmente a nota. 
E perguntou outra vez: “Quem ainda quer esta nota?” As mãos continuavam erguidas.
 
E continuou: “E se eu fizer isso...” Deixou a nota cair no chão, começou a pisá-la e esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: “E agora?” “Quem ainda vai querer esta nota de R$ 100,00?” Todas as mãos voltaram a se erguer.

 
O palestrante voltou-se para a platéia e disse que lhes explicaria o seguinte: “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota, porque ela não perde o valor.

Esta situação também acontece conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo insignificantes. Mas não importa, jamais perderemos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa! Nada disso altera a importância que temos. O preço de nossas vidas, não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fizemos e sabemos.”

Agora, reflita bem e procure em sua memória:
Nomeie as 5 pessoas mais ricas do mundo.
Nomeie as 5 últimas vencedoras do concurso de Miss Universo.
Nomeie 10 vencedores do prêmio Nobel.
Nomeie os 5 últimos vencedores do prêmio Oscar, como melhores atores ou atrizes.

Como vai? Mal, né? Difícil de lembrar? Não se preocupe. Ninguém de nós se lembra dos melhores de ontem.
Os aplausos vão-se embora. Os troféus ficam cheios de pó. Os vencedores são esquecidos.

Agora faça o seguinte:
Nomeie 3 professores que te ajudaram na tua verdadeira formação.
Nomeie 3 amigos que já te ajudaram nos momentos difíceis.
Pense em algumas pessoas que te fizeram sentir alguém especial.
Nomeie 5 pessoas com quem transcorres o teu tempo.

Como vai? Melhor, não é verdade?

  As pessoas que marcam a nossa vida não são as que têm as melhores credenciais, com mais dinheiro, ou os melhores prêmios.
São aquelas que se preocupam conosco, que cuidam de nós, aquelas que, de algum modo, estão ao nosso lado.


 
Reflita um momento.
Você, em que lista está?


Obs: está como autor desconhecido. 
O título do original que recebi é “a nota de 100 reais”, mas achei com pouca relação quando terminei a leitura.  Sendo assim, fiz a troca e coloquei O QUE REALMENTE NOS IMPORTA?

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Entrevista de Emprego: você está preparado? Parte I (Carmen Lúcia Couto)


 A partir de hoje estarei postando algumas dicas para entrevista de emprego com a intenção de auxiliar e orientar o profissional que aspira a uma vaga. É um momento tenso e pesquisas indicam que mais de 80% das pessoas tem receio ou não se sentem preparadas para as tão temidas entrevistas de emprego.

         Sabe-se também que existem, nos processos seletivos, perguntas que o candidato não está preparado para responder e isso, inclusive, poderá comprometer sua seleção à vaga.

Existem, cinco perguntas, que estão abaixo relacionadas, que são consideradas difíceis de responder. Essas perguntas não são para constranger ninguém, porém, é mais uma maneira que o recrutador tem de conhecer o profissional.

         Quais são os seus pontos fracos? Este tipo de pergunta é para que o profissional de Recursos Humanos possa relacionar as características pessoais com o cargo que está para se ocupado.

Dizer que é perfeccionista e detalhista está bem longe do que o recrutador deseja ouvir. A resposta ideal será que a pessoa cite alguma característica, mas não se aprofunde. Cite alguma situação e diga que você está trabalhando para melhorar, mas não dê detalhes. Não aprofunde essa questão.

Por que eu deveria te contratar? A pessoa deve responder que irá ajudar a empresa a alcançar o resultado esperado, já que ela tem as características e competências que o empregador busca.
Do que você menos gostava do seu último trabalho? Existem algumas situações que o profissional nesse momento deverá separar e escolher a melhor resposta, mas lembrando de que o entrevistador está interessado em você, profissional a ser contratado, e não na empresa que trabalhou. Então se o problema for o horário ou a distância, o mais indicado é dizer que o trabalho era incompatível. Já se o problema for algo relacionado a ética é fundamental que a pessoa cite que eram problemas de natureza ética que não concordava. Se os problemas forem relacionado a acordos, dizer apenas que não foram cumpridos. Esta deve ser uma resposta, bem curta.
Fale sobre o seu último chefe.  Esta pergunta é para avaliar o nível de relacionamento que a pessoa tinha com o chefe. Nestas horas, não é bom nem falar muito bem do chefe, porque o profissional pode parecer que é do tipo “puxa-saco” e muito menos falar mal, porque mostra imaturidade. Fale: nossa relação era boa. Toda vez que eu era solicitado, entrega os resultados esperados.
Se você está empregado, por que está procurando emprego? Nada de falar da distância, do salário, dos benefícios e nem dos problemas que o profissional esteja passando na empresa atual. A melhor resposta que o candidato poderá dar é que ele está em busca de novos desafios, de colocações mais adequadas ao seu perfil e de reconhecimento profissional.

 

Para se sair bem na resposta e na entrevista, a sinceridade é o mais importante. A frase do tipo: admiro muito a empresa e quero fazer parte da equipe. É um discurso, além de previsível, sem muito significado para quem está entrevistando. Se estiver com dúvida, poupe os elogios sobre a marca, produtos (ou serviços) da empresa. O que se procura saber é sobre as expectativas do candidato e qual a ideia que ele concebeu sobre a empresa.
         A seguir seguem algumas recomendações de alguns especialistas em RH que podem ajudar você a se destacar ao responder as perguntas.
Pesquise - o entrevistador quer saber o quanto o profissional conhece sobre o cargo, o que a empresa busca, quais são os valores, os concorrentes e a história. E, o mais importante, de maneira objetiva. Procure dar exemplos dados em relação ao mercado, para que o entrevistador entenda que você conhece sobre o contexto em que a empresa está inserida e não só sobre a marca.
Alinhe seus valores com os da empresa - O objetivo profissional tem que estar definido para que a candidatura ao cargo faça sentido para o profissional e para a empresa.
Seja sincero - o candidato deve ser sincero quanto ao salário, se está disposto a trabalhar nos finais de semana, a mudar de cidade, lidar com a pressão da empresa, etc. Não se deve mentir, mas dosar a sinceridade. Cuidado ao dizer, em determinadas entrevistas, que quer virar presidente da empresa em cinco anos. Isso pode parecer ousado demais.
Saia do exagero - Elogios são bem vindos desde que não sejam forçados ou exagerados (tipo: vocês são os melhores, amo o produto de vocês etc).
Empresa concorrente - Destaque a empresa que você está candidato a vaga com dados e exemplos, mas nunca compare de forma pejorativa outras empresas do segmento.

 

Essas dicas são para que o profissional tenha um melhor desempenho ao ser entrevistado, mas é fundamental que a pessoa seja transparente, natural e tenha elegância.


Aguardem as próximas postagens sobre o  tema




Entrevista com consultora em Recursos Humanos e diretora Educacional da Drhíade, Angela Christofoletti  http://dinheiro.br.msn.com/fotos/saiba-como-responder-a-5-perguntas-embara%C3%A7osas-na-entrevista#image=8

Camila Lam e Talita Abrantes, de EXAME.com, em 14 de fevereiro de 2012 -

 



quarta-feira, 20 de junho de 2012

Professora Homenageada da Turma de ADM 2012.1

Agradeço todos os dias a Deus por colocar pessoas que se tornam sempre tão queridas.
Parabéns à turma. São todos vencedores!!!









sábado, 9 de junho de 2012

Desmotivação no Trabalho. O que a liderança faz para ajudar? (Carmen Lúcia Couto)




A motivação humana relacionada com o trabalho é um dos assuntos que mais vem inspirando trabalhos acadêmicos, bem como palestras e conferências em eventos empresariais nas últimas décadas. No entanto o assunto ainda gera uma série de dúvidas sobre como se procede a esse processo motivacional no trabalho. Então, como utilizo o tema em várias aulas, posto aqui no blog este artigo, com a intenção de auxiliar mais ainda no debate sobre o assunto.
         Sabe-se que toda empresa quer profissionais motivados, animados e interessados em fazer seu melhor. Para isso, porém, é preciso saber estimular esse comportamento, oferecendo mecanismos e ferramentas para tal. O problema é que nem todo gestor sabe que, muitas vezes, ao invés de estar motivando ele pode estar fazendo o inverso. 
         Motivação é uma palavra que vem do latim "movere" (motor) e diz respeito à energia que alguém despende para atingir aspirações, desejos, desafios e necessidades individuais. Sendo assim, a motivação é interna e pode-se, até, dizer que ninguém possui a capacidade de motivar outra pessoa, mas transmitir positividade por meio do incentivo, que se chama influência positiva ou o inverso, por meio da coerção e ameaças diversas, chamada influência negativa. O interessante é que se não é possível motivar um profissional, com certeza pode-se desmotivá-lo.
         O gestor tem um papel fundamental nesse processo e quando não mantém um bom relacionamento com a equipe acarreta a diminuição da produção e gera um clima de desânimo e apatia.  

         No geral, os fatores que influenciam a motivação humana no trabalho são: realização pessoal, reconhecimento, segurança, perspectivas de futuro, bom clima organizacional, trabalho em equipe, desenvolvimento das pessoas, ambiente de trabalho seguro e saudável e, principalmente, a liderança. Quando a liderança de uma empresa está motivada mostra-se por meio de atitudes. E quando isso acontece a empresa inteira fica motivada, pois o tom parte do comando, facilitando, assim, o trabalho em equipe e o desenvolvimento das pessoas, fazendo com que as mesmas se sintam mais respeitadas no ambiente de trabalho.
         Em relação ao aspecto da empresa que, evidente, influencia na motivação da turma, é necessário que ela mantenha um bom nome no mercado, tenha perspectiva de crescimento, tenha foco de atuação e seus gestores sejam, modernos, transparentes, éticos, competentes e antenados com os novos modelos e práticas de gestão. Quando isso não acontece as pessoas sentem que estão trabalhando no vazio e que qualquer contribuição que venham a fazer será ignorada.
         Os profissionais de hoje não querem apenas cumprir ordens e fazer tarefas mecânicas gostam de construir algo valioso e esperam também que seus colegas e gestores reconheçam os esforços que aplicam na empresa, ou seja, são movidos pelo apreço e prestígio que recebem das outras pessoas com as quais interagem. A empresa pode ajudar seus funcionários a se manterem motivados dando as condições para que os esses fatores motivadores façam parte do dia-a-dia das pessoas que lá trabalham. 
         Muitas empresas, ainda, se valem de bons salários achando que apenas isso motiva seus funcionários, isso pode até segurar o profissional, mas ao contrário do que muitos gestores pensam a motivação vai muito além de dinheiro. Evidente que salário, remuneração e benefícios são importantes. Sem isso não há ser humano que possa estar motivado. Um bom salário, por si só, não vai causar motivação, mas a falta dele é um elemento forte de desmotivação. Mas não é só o salário que influi na questão do resgate a motivação. Existem pesquisas indicando que três meses após o aumento de salário, o profissional já não vê tal acréscimo como beneficio, pois logo se adapta a nova remuneração. O que continua a motivá-lo é saber que seus esforços foram reconhecidos na forma de um aumento salarial, bem como a existência dos demais fatores de motivação.
         Na prática existem maneiras erradas de motivar os funcionários. Umas delas é pensar que existe motivação em massa, ou seja, é errado acreditar que o que motiva um profissional motiva todos. Os líderes que não conhecem cada um dos membros de suas equipes podem cometer esse erro. É importante conhecer cada um, entendendo suas necessidades e interesses. A figura a seguir retrata bem o problema. O que fica exposto é a desmotivação mostrada pelo funcionário, porém vários fatores podem causá-la.



         Os profissionais para se sentirem motivados, querem desafios constantes. É uma oportunidade de superar uma meta e de mostrar um bom trabalho. Mas os desafios precisam ser realizáveis. Alguns líderes pensam que motivam sua equipe estipulando um desafio absurdo, que dificilmente será atingido. Nesse caso o profissional sabe que não vai conseguir e logo fica desmotivado. O líder também pode desmotivar alguns membros da equipe quando está tentado motivar outros. Promover um funcionário, por exemplo, sem dúvida fará com que esse profissional se motive. Porém, se essa promoção não for clara, ou seja, se os demais não entenderem os motivos dela, será um grande fator de desmotivação para os demais membros.

         Outro fator importante é fazer (e saber fazer!) um feedback. Existem líderes que acreditam que fazer uma crítica fará com que o profissional queira mudar, melhorar e virar o jogo. Por isso, ao dar um feedback, criticam de maneira grosseira o trabalho do profissional - pensando que ele irá querer melhorar. O problema, novamente, é que as pessoas são diferentes, ou seja, alguns são automotiváveis, enquanto outros desanimam totalmente. O correto é fazer um feedback bem estruturado, ou seja, apontar os pontos fracos, aqueles que devem ser melhorados, observando a maneira de falar e ainda ressaltar os pontos fortes do trabalho do profissional.
         O feedback é uma ferramenta de aplicação bastante delicada. Se o líder prefere não fazer, porque acha que a ausência fará o profissional pensar que não há nada de errado com seu trabalho, isso pode ser um engano. Sem uma avaliação do seu trabalho o profissional pode sentir que não é importante, que seu trabalho não faz nenhuma diferença.

         Outro fator que pode gerar grande desmotivação é prometer coisas e nunca cumpri-las. Desde sinalizar uma promoção que nunca chega, até coisas menores, como uma visita ao cliente, a participação em um projeto, novos desafios e remuneração maior. Claro que inicialmente o profissional vai se motivar, mas, quando ele entender que nada acontece, a situação pode ficar muito ruim.

         Um aspecto importante também é saber delegar, se o líder delega funções extras a um membro da equipe, é preciso que ele também dê o suporte necessário. Muitas vezes os profissionais podem sentir que não estão preparados para assumir determinadas tarefas e, se não puderem contar com o suporte do líder, o que deveria ser um fator motivacional, acaba desmotivando.

         O líder também deve saber que autonomia é importante para alguns profissionais. Logo, se ele delegar algumas funções, mas continuar centralizador demais, isso pode ofuscar a motivação inicial de ter assumido novas responsabilidades.

         São vários os fatores que levam o funcionário a ficar desmotivado. E o assunto não está esgotado, evidente. O que se quis mostrar neste texto é a forte participação da liderança no processo de desmotivação. Sim, desmotivação. Como se destacou aqui a motivação é um processo de “dentro para fora” do indivíduo, mas a desmotivação pode ser causada por vários fatores e com um peso muito grande da liderança.

         O importante é que não devemos nos deixar levar por esses fatores negativos, precisamos olhar prá frente e buscarmos nossos objetivos. Se a empresa não reconhece, paciência, fora dela está cheio de oportunidades boas para profissionais interessados e competentes. Pense nisso. Abaixo deixo uma reflexão do Augusto Cury.


Desejo que você
Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la.
Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes.
Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo.
Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la.
Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência.
Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina,
Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas.
Seja um debatedor de ideias. Lute pelo que você ama.

  

Referências
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Motivação nas organizações. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 1997.
MAITLAND, Iain. Como motivar pessoas. São Paulo: Nobel, 2000.
WAGNER III, John A. Comportamento organizacional. São Paulo: Saraiva, 2000
http://www.bonde.com.br Entrevista com o consultor Wellington Moreira
Figura Iceberg do problema: pesquisada em http://admantenados.blogspot.com.br

sexta-feira, 8 de junho de 2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Campanha de Arrecadação de Alimentos


Os Alunos de Gestão Portuária da Turma GPO3N, da Faculdade Metropolitana, sob a orientação das professoras Carmen Lúcia Couto e Susy Lima e com o apoio do Coordenador de GPO, Jorge Simas, estão organizando uma grande campanha de arrecadação de alimentos, roupas e brinquedos para doação. 

As entregas deverão ser realizadas no dia 5 de junho 2012, a partir das 18:30h, no local (Av. Barreto de Menezes, 809, Piedade, Jaboatão dos Guararapes, PE).

Teremos também feira, bazar (abertos ao público em geral) e gincana com os alunos.

Participe!
Faça sua doação!



FOTOS DA TURMA EM APRESENTAÇÃO NA SEMANA ACADÊMICA  - ABRIL/2012