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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Quem canta os males espanta?*



Sempre ouvi a frase: “quem canta seus males espanta.” Admito que seja verdade, porque as pessoas que cantam (Não só os profissionais. Abro aqui esse parêntese) passam uma imagem de que estão bem, leves e desligadas dos problemas. A música já tirou pacientes, segundo o texto a seguir, de situações graves de doenças mentais, com a ajuda do musicoterapeuta.

Aproveitem a Leitura!!!


Cantar é algo que faz parte de nossa vida, sempre. Acompanha nosso crescimento: desde as canções de ninar e brincadeiras de roda da infância, até as comemorações e momentos de relaxamento da vida adulta. Cantar é algo tão natural para o ser humano que jamais deveria deixar de acontecer. Quem disse que só quem estuda ou se dedica tem voz para cantar?
Muitos dizem "Não posso cantar, não tenho voz." Como estão enganados! Nossa voz está sempre presente e ela nos ajuda também terapeuticamente. Utilizando a voz e o canto, podemos vencer dificuldades, desequilíbrios e doenças, com a orientação de um profissional musicoterapeuta.
A música é bihemisférica, ou seja, atua e é codificada e decodificada nos dois hemisférios cerebrais, o direito e o esquerdo. Por isso, em casos nos quais o paciente teve um dos hemisférios afetado, o musicoterapeuta consegue estimulá-lo ou compensá-lo aplicando técnicas específicas para este fim.
Pacientes vítimas de acidentes vasculares cerebrais ou traumatismos cranianos, por exemplo, que perderam a fala, conseguem cantar perfeitamente, sem dificuldades, depois de sessões de Musicoterapia. E aí, muitas vezes, todas aquelas músicas de seus cantores preferidos armazenados ao longo de anos, passam a expressar seus sentimentos, recados e até comunicações funcionais em muitos casos. Dependendo do processo terapêutico individual, a fala vai retornando gradativamente por conta da neuroplasticidade do cérebro. E a música e o canto são grandes e poderosos aliados para os tratamentos neurológicos que necessitam desta plasticidade para se recuperar.
O trabalho do musicoterapeuta, utilizando também o canto e técnicas de respiração, projeção de voz, articulação e outros, pode ajudar também a melhorar e a vencer outros problemas emocionais, cognitivos (por exemplo memória, sequências, planejamento, agilidade de raciocínio), controle e aumento da capacidade respiratória, entre outros.

Qual a trilha sonora de sua vida?
 

Na vida de todos nós os momentos marcantes, lágrimas e sorrisos, paixões, mágoas, grandes amores, tudo está registrado em uma verdadeira trilha sonora. Cada pessoa é única em sua identidade sonora. Por isso é uma forma também de relaxar no dia a dia utilizar suas músicas, cantando ao acordar, no banho, com seus filhos e família e até mesmo no trânsito. É uma forma de se preparar para o dia com bom humor e disposição, evitando estresse desnecessário. Muitas vezes quando ouvimos nosso repertório preferido, atual ou mesmo do passado, passamos a enxergar melhor nós mesmos.. Será que você tem seu próprio repertório ou é sempre o do outro? Pare e pense... Cante, ouça, tenha seu repertório próprio e espante seus males! Se algum dia precisar, o musicoterapeuta pode lhe ajudar.

Cantar é algo que faz parte de nossa vida, sempre. Acompanha nosso crescimento: desde as canções de ninar e brincadeiras de roda da infância, até as comemorações e momentos de relaxamento da vida adulta. Cantar é algo tão natural para o ser humano que jamais deveria deixar de acontecer. Quem disse que só quem estuda ou se dedica tem voz para cantar?

Muitos dizem 'Não posso cantar, não tenho voz.' Como estão enganados! Nossa voz está sempre presente e ela nos ajuda também terapeuticamente. Utilizando a voz e o canto podemos vencer dificuldades, desequilíbrios e doenças, com a orientação de um profissional musicoterapeuta. A música é bihemisférica, ou seja, atua e é codificada e decodificada nos dois hemisférios cerebrais, o direito e o esquerdo. Por isso, em casos nos quais o paciente teve um dos hemisférios afetado, o musicoterapeuta consegue estimulá-lo ou compensá-lo aplicando técnicas específicas para este fim.

Pacientes vítimas de acidentes vasculares cerebrais ou traumatismos cranianos, por exemplo, que perderam a fala, conseguem cantar perfeitamente, sem dificuldades, depois de sessões de Musicoterapia. E aí, muitas vezes, todas aquelas músicas de seus cantores preferidos armazenados ao longo de anos, passam a expressar seus sentimentos, recados e até comunicações funcionais em muitos casos. Dependendo do processo terapêutico individual, a fala vai retornando gradativamente por conta da neuroplasticidade do cérebro. E a música e o canto são grandes e poderosos aliados para os tratamentos neurológicos que necessitam desta plasticidade para se recuperar.
      O trabalho do musicoterapeuta, utilizando também o canto e técnicas de respiração, projeção de voz, articulação e outros, pode ajudar também a melhorar e a vencer outros problemas emocionais, cognitivos (por exemplo memória, sequências, planejamento, agilidade de raciocínio), controle e aumento da capacidade respiratória, entre outros.

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*Fonte: Nydia Monteiro - Educadora Musical e musicoterapeuta - (www.msn.com)
Imagens: google imagens
 



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